Adolescente que foi assassinado com 12 tiros em Manaus era inocente, diz a polícia
Gabriel, de 15 anos, foi assassinado em Manaus após ser confundido com membro de facção.
- (Foto: Reprodução)
Notícias policiais A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), prendeu Thaylon Wenzo Braga de Sousa, 25, conhecido como “Bolinha”. Ele é suspeito de envolvimento no homicídio de Gabriel Negrão Oliveira, de 15 anos, morto com aproximadamente 12 disparos de arma de fogo após ser confundido com membro de uma facção criminosa. O crime aconteceu no dia 9 de dezembro de 2024, por volta das 21h, na rua Zulma de Azevedo, comunidade União, bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus.
De acordo com o delegado Ricardo Cunha, titular da DEHS, na ocasião do crime, Gabriel havia saído de casa para ir até uma padaria, quando foi surpreendido por dois indivíduos em uma motocicleta. Os suspeitos efetuaram diversos disparos, que resultaram na morte do adolescente.
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Durante as investigações, a equipe policial conseguiu identificar os envolvidos. Foram solicitados à Justiça os mandados de prisão em nome dos suspeitos, e as ordens judiciais foram devidamente expedidas.
Homem é pres0 envolvido em homicídi0 de adolescente
Posted by AM POST on Wednesday, May 7, 2025
Thaylon Wenzo Braga de Sousa foi localizado e preso na avenida Nilton Lins, conjunto Parque das Laranjeiras, bairro Flores, também na zona centro-sul da capital. Outro indivíduo identificado, Phelipe Cabral de Castro, conhecido como “Coofe”, segue foragido.
O crime ocorreu quando Gabriel se dirigia a uma padaria. Ele foi alvejado com 12 tiros por uma dupla criminosa que o confundiu com um membro de uma facção rival. O delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia de Homicídios, afirmou que o jovem não tinha qualquer envolvimento com atividades criminosas. “Gabriel era uma vítima inocente. Seu assassinato foi um erro trágico”, disse Cunha.
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Motivação
A confusão que levou à morte de Gabriel teve origem em postagens nas redes sociais, onde ele ostentou uma quantia em dinheiro e um simulacro de arma de fogo, aparentemente para impressionar amigos. “Ele queria mostrar o que havia arrecadado do trabalho do pai, mas essa ostentação pode ter atraído a atenção errada”, explicou o delegado.
Gabriel era conhecido na comunidade como um jovem trabalhador, que vinha de uma família humilde e sem histórico criminal. Seu assassinato não só abalou a família, mas também levantou preocupações sobre a segurança dos adolescentes na região. “É crucial que os pais monitorem as redes sociais de seus filhos. A exposição pode ter consequências devastadoras,” alertou Cunha.
Após o crime, a polícia iniciou uma operação para capturar os responsáveis. Um dos suspeitos já foi preso e está sendo processado por homicídio qualificado. “Estamos comprometidos em levar os culpados à justiça, mas precisamos da colaboração da comunidade,” enfatizou o delegado.
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