MP investiga médicos por suposta conduta irregular em maternidade pública de Manaus
Médicos da unidade estariam orientando pacientes a buscar atendimento em outras maternidades.
- O Ministério Público do Amazonas abriu investigação sobre possíveis irregularidades de médicos na Maternidade Dr. Moura Tapajóz, em Manaus, após denúncias de condutas inadequadas de obstetras plantonistas.
- Médicos estariam orientando pacientes a procurar outras maternidades devido à falta de profissionais, mas há indícios de que servidores afastados por atestado médico trabalhavam em cooperativas ou hospitais particulares nesse período, o que pode configurar uso indevido de atestados e falsidade ideológica.
- A investigação acompanha procedimento da Comissão de Sindicância e Ética da Secretaria Municipal de Saúde e se baseia nos artigos da Constituição que garantem o direito à saúde e a responsabilidade do Estado na fiscalização dos serviços públicos.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) abriu um procedimento administrativo para apurar possíveis irregularidades na atuação de médicos da Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), em Manaus. A investigação é conduzida pela 58ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos Humanos à Saúde Pública (PRODHSP), com base em denúncia que aponta condutas inadequadas por parte de profissionais obstetras plantonistas.
PUBLICIDADE
Leia mais: Operação Lei Seca em Manaus prende 38 motoristas por dirigir sob efeito de álcool
Segundo a Notícia de Fato nº 01.2025.00002770-6, médicos da unidade estariam orientando pacientes a buscar atendimento em outras maternidades, sob a justificativa de falta de profissionais — atribuída, principalmente, à alta frequência de afastamentos médicos de servidores concursados. No entanto, o MP apura indícios de que esses servidores estariam trabalhando em cooperativas ou hospitais particulares nos mesmos dias dos afastamentos ou em datas próximas, o que pode configurar uso indevido de atestados médicos e, potencialmente, falsidade ideológica.
A investigação do MP acompanha um procedimento já iniciado pela Comissão Permanente de Sindicância e Ética no Trabalho (Copset), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). A promotora de Justiça Luissandra Chíxaro de Menezes solicitou à Semsa informações sobre a previsão de conclusão da apuração interna para instrução do caso no Ministério Público.
A medida tem como base os artigos 196 e 197 da Constituição Federal, que estabelecem o direito à saúde como um dever do Estado e reforçam a responsabilidade do poder público sobre a fiscalização e regulação dos serviços prestados à população.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






