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Virginia Fonseca evita responder sobre valores recebidos por contratos com casas de apostas na CPI das Bets

Virginia declarou que já era influente nas redes sociais antes de fechar contratos com casas de apostas e destacou o faturamento de sua empresa em 2023.

Por Beatriz Silveira

13/05/2025 às 16:00 - Atualizado em 13/05/2025 às 16:08

Notícias Caiu na Rede – A influenciadora digital Virginia Fonseca prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets nesta terça-feira (13/05), no Senado Federal, mas optou por não responder ao questionamento sobre o maior valor recebido em contratos publicitários com plataformas de apostas. Amparada por uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ela exerceu seu direito constitucional de permanecer em silêncio para não se autoincriminar.

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Durante a sessão, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora da CPI, questionou Virginia sobre os ganhos com as chamadas “bets”, mas a influenciadora respondeu apenas: “Me reservo ao direito de ficar calada”. Apesar disso, ela respondeu a outras perguntas e negou que sua fortuna tenha sido construída por meio de campanhas publicitárias com sites de apostas.

Leia também: Vídeo: Incêndio atinge subestação e causa pânico em moradores do bairro Aparecida em Manaus

Virginia declarou que já era influente nas redes sociais antes de fechar contratos com casas de apostas e destacou o faturamento de sua empresa em 2023, que, segundo ela, ultrapassou R$ 750 milhões. “Eu não fiquei milionária com bets”, afirmou. Ela também negou ter recebido comissões com base nas perdas dos usuários, o chamado “cachê da desgraça”.

A influenciadora, que possui mais de 53 milhões de seguidores no Instagram, disse ainda que sempre alerta o público sobre os riscos do jogo e o uso responsável das plataformas. Mesmo assim, foi pressionada pelos senadores, que apontaram o impacto da publicidade de apostas no incentivo ao vício.

Virginia ponderou que poderá repensar sua parceria atual com a empresa Blaze. “Se faz tão mal, então proíbe tudo. Por que está regulamentando?”, questionou.

 

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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