Deputado propõe proibição de atendimento a bonecas “bebê reborn” no SUS
Os chamados “bebês reborn” são bonecas hiper-realistas que imitam bebês humanos.
Notícias do Brasil – O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG) apresentou, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, um projeto de lei que propõe proibir o atendimento de bonecas conhecidas como “bebês reborn” em unidades públicas de saúde, incluindo o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o parlamentar, a medida busca garantir que os serviços públicos sejam direcionados exclusivamente à população que realmente necessita de cuidados médicos.
PUBLICIDADE
“É alarmante ver o quanto as pessoas se sentem solitárias e desconectadas, buscando fuga da realidade com esse tipo de brinquedo de madame”, afirmou Caporezzo ao justificar o projeto.
Os chamados “bebês reborn” são bonecas hiper-realistas que imitam bebês humanos e, em alguns casos, são tratados por seus donos como se fossem crianças reais, inclusive com busca por atendimento médico simulado.
Embora tenha reconhecido o trabalho artístico por trás da confecção dos bonecos, o deputado criticou o uso emocional dessas bonecas quando isso, segundo ele, interfere no funcionamento da rede pública de saúde. “Quando isso se transforma em uma fuga emocional, criando uma realidade paralela que sobrecarrega os nossos serviços públicos, alguém precisa dar um basta”, disse.
A proposta ganhou repercussão após o parlamentar divulgar um vídeo polêmico nas redes sociais, no qual afirma que “pais” de bebês reborn deveriam ser internados. “É lamentável que o nível de loucura da sociedade tenha chegado ao ponto de esses brinquedos serem levados a emergências médicas”, declarou.
Nos últimos anos, o uso de bebês reborn por pessoas em busca de conforto emocional tem gerado debates públicos. Em 2023, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro chegou a aprovar a criação do “Dia da Cegonha Reborn”, em homenagem à comunidade que utiliza essas bonecas.
O projeto de lei ainda será analisado pelas comissões da Assembleia antes de seguir para votação em plenário.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






