Veja vídeo: Mãe se desespera após pai sumir com criança de 4 anos em Manaus
Mãe afirma que já foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão, mas o paradeiro do menino segue desconhecido.
- (Foto: Divulgação)
Notícias de Manaus Uma mulher identificada como Nay Campos veio a público neste sábado (17) denunciar o desaparecimento do filho, Arthur Campos Resende, de apenas 4 anos, em Manaus. Segundo ela, o menino está sob a guarda irregular do pai, Alessandro Resende Almeida, que teria desaparecido com a criança após descumprir uma ordem judicial.
De acordo com Nay, o genitor conseguiu anteriormente uma decisão favorável da Justiça ao alegar que havia sido ameaçado por ela. No entanto, a mãe afirma que conseguiu comprovar que a acusação era falsa, revertendo a decisão judicial e obtendo um novo mandado determinando o retorno do filho à sua guarda.
No dia 4 de maio, um mandado de busca e apreensão foi expedido para localizar a criança, mas o pai e o menino não foram encontrados. Desde então, segundo a mãe, quatro mandados já foram emitidos, sem sucesso. Arthur permanece desaparecido.
Nay Campos pede ajuda da população para localizar o filho e afirma que já acionou todos os meios legais. “Não sabemos onde ele está. Já são quatro mandados de busca e ninguém os encontra. Meu filho precisa voltar para casa”, declarou nas redes sociais.
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Contatos para informações:
Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Arthur pode entrar em contato pelos seguintes números:
(92) 3655-0755
(92) 98833-2332
Instagram da mãe @naycampos
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Outro lado
Em nota, a defesa de Alessandro Resende Almeida alegou que as acusações de “sequestro” e “fuga com o filho” são narrativas infundadas e distorcidas da realidade. “O pai não está em fuga, mas exercendo seu legítimo direito de recorrer judicialmente em face da revogação de uma medida protetiva que havia sido corretamente concedida à criança com base em risco grave e documentado”, destaca.
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Leia nota completa
A defesa técnica do Sr. Alessandro Resende Almeida vem a público esclarecer que:
1. As acusações de “sequestro” e “fuga com o filho” são narrativas infundadas e distorcidas da realidade jurídica.
O pai não está em fuga, mas exercendo seu legítimo direito de recorrer judicialmente em face da revogação de uma medida protetiva que havia sido corretamente concedida à criança com base em risco grave e documentado.
2. A genitora, Nayara Campos Rezende, ameaçou de morte o próprio filho em mais de uma oportunidade — ameaçando atirar contra a criança e tirar a própria vida, em retaliação à separação conjugal. A fala foi gravada, transcrita, e reconhecida no processo penal.
Essa ameaça foi corroborada por laudo psicológico e escuta especializada, nos quais a criança expressa pânico, recusa e sofrimento psicológico em relação à figura materna.
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3. A decisão que concedeu a guarda unilateral ao pai não foi arbitrária, mas sim fundada em elementos objetivos, com parecer favorável do Ministério Público, escuta do menor e medida protetiva fundamentada na Lei 14.344/2022 (Lei Henry Borel).
4. Após a decisão desfavorável, a genitora iniciou manobras processuais atípicas, buscando plantões judiciais e omitindo fatos relevantes para obter decisões liminares que ignoram o melhor interesse do infante.
Tal conduta evidencia, além de um desequilíbrio jurídico, um padrão de desvio comportamental e emocional que não pode ser ignorado.
5. O pai está em exercício pleno da autoridade parental — não descumpre decisão judicial de má-fé, mas aguarda o julgamento de recursos interpostos, inclusive Recurso Ordinário Constitucional e Agravo Interno ainda pendentes.
6. O caso não é de disputa por poder. É de proteção de um menino de 4 anos que está em risco real. A tentativa de transformar o pai em vilão é um ato de violência institucional, que ignora a palavra da criança e inverte a lógica da proteção integral prevista no ECA e na Constituição Federal.
A defesa segue firme, técnica e humanamente comprometida com a verdade e com a vida dessa criança.
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