Mãe faz vídeo desesperada após ex-marido sumir com filho em Manaus; assista
O menino está desaparecido há 75 dias.
- Foto: Reprodução
Notícias de Manaus – Em um vídeo emocionante divulgado nas redes sociais, Nay Campos, mãe do pequeno Arthur Campos Resende, de apenas 4 anos, fez um apelo desesperado à população. O menino está desaparecido há 75 dias, desde que foi levado pelo pai após uma disputa judicial.
Segundo Nay, o pai da criança conseguiu temporariamente a guarda de Arthur ao alegar que teria sido ameaçado. A mãe, no entanto, provou sua inocência e obteve uma nova decisão judicial que determina a devolução do menino. Apesar disso, o pai desapareceu com a criança, e seu paradeiro permanece desconhecido.
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“Já estou com quatro mandados de busca e apreensão, até de arrombamento, e mesmo assim não consigo pegar o meu filho. Esse homem está desaparecido com o Arthur. Me ajudem, pelo amor de Deus”, suplica Nay em vídeo publicado em seu perfil no Instagram.
A mãe acredita que o pai esteja escondido para evitar o cumprimento da ordem judicial. Ela relata que já percorreu diversos locais e tem recebido apoio, mas ainda sem sucesso.
Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Arthur pode entrar em contato pelos números: (92) 3655-0755, (92) 98833-2332 ou pelo Instagram @nay2024campos.
Outro lado
Em nota, a defesa de Alessandro Resende Almeida alegou que as acusações de “sequestro” e “fuga com o filho” são narrativas infundadas e distorcidas da realidade. “O pai não está em fuga, mas exercendo seu legítimo direito de recorrer judicialmente em face da revogação de uma medida protetiva que havia sido corretamente concedida à criança com base em risco grave e documentado”, destaca.
Leia nota completa
A defesa técnica do Sr. Alessandro Resende Almeida vem a público esclarecer que:
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1. As acusações de “sequestro” e “fuga com o filho” são narrativas infundadas e distorcidas da realidade jurídica.
O pai não está em fuga, mas exercendo seu legítimo direito de recorrer judicialmente em face da revogação de uma medida protetiva que havia sido corretamente concedida à criança com base em risco grave e documentado.
2. A genitora, Nayara Campos Rezende, ameaçou de morte o próprio filho em mais de uma oportunidade — ameaçando atirar contra a criança e tirar a própria vida, em retaliação à separação conjugal. A fala foi gravada, transcrita, e reconhecida no processo penal.
Essa ameaça foi corroborada por laudo psicológico e escuta especializada, nos quais a criança expressa pânico, recusa e sofrimento psicológico em relação à figura materna.
3. A decisão que concedeu a guarda unilateral ao pai não foi arbitrária, mas sim fundada em elementos objetivos, com parecer favorável do Ministério Público, escuta do menor e medida protetiva fundamentada na Lei 14.344/2022 (Lei Henry Borel).
4. Após a decisão desfavorável, a genitora iniciou manobras processuais atípicas, buscando plantões judiciais e omitindo fatos relevantes para obter decisões liminares que ignoram o melhor interesse do infante.
Tal conduta evidencia, além de um desequilíbrio jurídico, um padrão de desvio comportamental e emocional que não pode ser ignorado.
5. O pai está em exercício pleno da autoridade parental — não descumpre decisão judicial de má-fé, mas aguarda o julgamento de recursos interpostos, inclusive Recurso Ordinário Constitucional e Agravo Interno ainda pendentes.
6. O caso não é de disputa por poder. É de proteção de um menino de 4 anos que está em risco real. A tentativa de transformar o pai em vilão é um ato de violência institucional, que ignora a palavra da criança e inverte a lógica da proteção integral prevista no ECA e na Constituição Federal.
A defesa segue firme, técnica e humanamente comprometida com a verdade e com a vida dessa criança.
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