Amazonas tem maior média de pessoas com deficiência da Região Norte
Estado registra 7% da população com algum tipo de deficiência.
- O Amazonas registrou 7% de sua população com algum tipo de deficiência, acima da média da Região Norte (2%) e próxima da média nacional (7,2%).
- Entre pessoas com deficiência na Região Norte, a taxa de analfabetismo é de 22,9%, muito maior que entre pessoas sem deficiência (6,4%), e apenas 6,7% têm ensino superior completo.
- No Norte, 1,2% da população foi diagnosticada com autismo, sendo a maioria homens, e a taxa de escolarização entre pessoas com autismo (36,9%) é maior que a média geral (24,3%).
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias do Amazonas – O Amazonas registrou 7% da sua população com algum tipo de deficiência, de acordo com dados inéditos do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (23) pelo IBGE. O índice está bem acima da média da Região Norte, que é de 2%, e coloca o estado na 18ª posição entre as Unidades da Federação. No Brasil, a média nacional de Pessoas com Deficiência (PCDs) é de 7,2%.
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Estados como Alagoas (9,6%) e Piauí (9,3%) lideram o ranking, enquanto Roraima apresenta o menor índice (5,6%). No Norte, os homens com deficiência representam 7,7%, frente a 6,6% das mulheres.
O levantamento revelou também grandes desigualdades no acesso à educação. Entre os PCDs da Região Norte, a taxa de analfabetismo chega a 22,9%, contra 6,4% entre pessoas sem deficiência. Além disso, 63,8% têm, no máximo, o Ensino Fundamental incompleto, enquanto esse percentual é de 36,5% entre os demais. Apenas 6,7% das pessoas com deficiência têm ensino superior completo, menos da metade dos 15,2% registrados entre os que não têm deficiência.
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Outro dado inédito é sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). No Norte, 1,2% da população foi diagnosticada com autismo, sendo a maioria homens (1,5%). A maior prevalência está entre crianças de 5 a 9 anos (2,6%).
Curiosamente, a taxa de escolarização entre pessoas com autismo (36,9%) é superior à média da população geral (24,3%), especialmente entre os homens.
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