Bolsa de R$ 200 mensais será paga a alunos de cursinhos populares, anuncia MEC
O objetivo é ampliar o acesso ao ensino superior, oferecendo apoio a cursinhos que atendem estudantes de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Notícias do Brasil – O Ministério da Educação (MEC) habilitou, nesta quarta-feira (28), 401 propostas que podem integrar a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). Os estudantes que ingressarem nas turmas selecionadas terão direito a uma bolsa mensal de R$ 200, por até seis meses, como incentivo para permanecerem nos estudos e se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
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A lista dos habilitados para a segunda etapa da seleção foi divulgada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi/MEC) e pela Coordenação de Cooperação Social da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), após análise dos recursos apresentados pelos participantes.
Os cursinhos podem consultar sua situação no documento “Lista de habilitados para Etapa 2”, disponível na página da CPOP, utilizando o código de usuário (ID) recebido no momento da inscrição.
Apoio financeiro e formação
Além da bolsa estudantil, cada cursinho selecionado poderá receber até R$ 163,2 mil, valor destinado a cobrir despesas com a contratação de coordenadores, professores, apoio técnico, administrativo e compra de materiais pedagógicos. O apoio financeiro prevê sete meses para a equipe e seis meses para os alunos.
A Rede também oferece formação específica para professores e gestores, com foco em metodologias preparatórias para o Enem e outros vestibulares, além da distribuição gratuita de materiais didáticos.
De acordo com o Edital nº 01/2025, terão prioridade os cursinhos populares gratuitos que não recebem apoio financeiro direto ou indireto.
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Leia mais em: Inscrições para o Enem começam nesta segunda-feira
Sobre a CPOP
A Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) foi criada em 10 de março e regulamentada pelo Decreto nº 12.410/2025, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Camilo Santana, no dia 13 de março.
O objetivo é ampliar o acesso ao ensino superior, oferecendo suporte técnico e financeiro a cursinhos populares que atendem, prioritariamente, estudantes de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade social.

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