Veja vídeo: Amazonenses ficam isolados após acesso da BR-319 ceder
A força das águas arrastou parte da estrutura, causando congestionamento superior a dois quilômetros.
- Rompimento da estrutura provisória na travessia do rio Curuçá, no km 24 da BR-319, causou interdição total da rodovia, deixando veículos retidos e provocando congestionamento de mais de dois quilômetros.
- O DNIT afirmou que não há previsão para liberação da via, destacando a fragilidade da travessia emergencial implantada após o colapso da ponte em 2022, que resultou em cinco mortes.
- O incidente afeta o abastecimento de cidades e comunidades ribeirinhas, enquanto rotas alternativas operam com restrições e a nova ponte tem previsão de entrega para setembro deste ano.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias do Amazonas – Um rompimento na estrutura provisória que dava acesso à balsa no km 24 da BR-319, na travessia do rio Curuçá, provocou a interdição total da rodovia no final da tarde de sábado (31), por volta das 17h. A força das águas arrastou parte da estrutura, causando congestionamento superior a dois quilômetros, onde diversos veículos, inclusive caminhões transportando alimentos, remédios e insumos industriais, permanecem retidos.
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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) confirmou que ainda não há previsão para a liberação do trecho. A situação evidencia a fragilidade da travessia atual, que havia sido improvisada após o colapso da ponte em 2022 — evento trágico que resultou na morte de cinco pessoas.
Desde o acidente, a travessia no rio Curuçá funciona por meio de uma operação emergencial e instável, que agora se mostra incapaz de atender à demanda logística da região. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, chegou a comentar, dias antes do novo incidente, sobre os impactos ambientais e econômicos da BR-319: “Não se justifica construir uma estrada de 400 km no meio da floresta sem um projeto produtivo por trás.”
O impacto vai além do isolamento de motoristas como Adriano Rodrigues, 46, que transporta refrigerantes da Zona Franca de Manaus para Rondônia e está parado há mais de 24 horas. Comunidades ribeirinhas e cidades como Autazes e Careiro da Várzea enfrentam desabastecimento e prejuízos ao comércio local.
O DNIT orienta rotas alternativas via balsas, mas elas operam com capacidade reduzida. Técnicos estão no local avaliando possibilidades para restabelecer uma passagem temporária, enquanto a nova ponte, com 75% das obras concluídas, segue com entrega prevista para setembro deste ano.
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