Moradores de Envira criticam gestão do prefeito Ivon Rates e denunciam paralisação em escolas da zona rural
Segundo relatos, o ano letivo da zona rural já começou tardiamente e agora foi parado.
- Foto: Reprodução
Notícias de Envira – A educação pública na zona rural de Envira, município do interior do Amazonas, está em colapso. Moradores de diversas comunidades denunciaram ao Portal AM POST que, menos de dois meses após o início oficial das aulas nas escolas rurais, a maioria das unidades já interrompeu suas atividades devido à falta de transporte escolar e alimentação para os alunos.
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Segundo os relatos, o ano letivo da zona rural já começou tardiamente, no dia 2 de junho — um atraso que já havia causado indignação entre pais, estudantes e professores. Contudo, a frustração aumentou ainda mais ao verem as poucas escolas que conseguiram funcionar inicialmente paralisarem de novo, agora por negligência do poder público municipal.
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A gestão do prefeito Ivon Rates (PSD), já criticada por sucessivos atrasos no calendário letivo, enfrenta agora uma nova onda de revolta. A prefeitura havia prometido iniciar as atividades nas escolas rurais no dia 24 de março, mas nenhuma unidade abriu as portas naquela data. O descumprimento da promessa prejudicou cerca de 1.500 alunos.
A situação também tem afetado diretamente os professores da rede municipal. De acordo com educadores ouvidos pela reportagem, há um sentimento generalizado de insatisfação com o prefeito. Além da precariedade nas escolas rurais, os servidores cobram o pagamento da primeira parcela do 13º salário.
Outro lado
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A reportagem do Portal AM POST procurou a prefeitura de Envira e questionou a situação em resposta a assessoria negou.
“As viagens com materiais para área rural são feitas para garantir 40 dias letivos, estamos dentro do prazo e mesmo que possa ocorrer imprevistos temos garantido a complementação. A título de conhecimento já estamos com agenda para saída das embarcações com os materiais até quarta“, disse.
“Quanto ao pagamento do 13° salário, este deve ocorrer até o final de dezembro (a legislação prevê isso), portanto, estamos no prazo, não há negação de direito“, completou.
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