Silas Malafaia convoca atos “Reaja Brasil” em resposta a medidas do STF contra Bolsonaro
Malafaia, um dos principais aliados políticos e religiosos de Bolsonaro, deve participar do ato em São Paulo.
- Pastor Silas Malafaia convocou manifestações "Reaja Brasil" para 3 de agosto em todas as capitais, protestando contra medidas do STF impostas a Jair Bolsonaro, que está impedido judicialmente de participar.
- As restrições a Bolsonaro incluem tornozeleira eletrônica, proibição de redes sociais, recolhimento domiciliar noturno, proibição de sair aos fins de semana e feriados, e impedimento de contato com outros investigados, como seu filho Eduardo Bolsonaro.
- O STF acusa Bolsonaro e Eduardo de pressionar governos estrangeiros contra autoridades brasileiras; em reação, o senador americano Marco Rubio suspendeu o visto do ministro Alexandre de Moraes, de outros magistrados do STF e seus familiares.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Reprodução
Notícias do Brasil – O pastor Silas Malafaia anunciou a convocação de manifestações intituladas “Reaja Brasil”, marcadas para o dia 3 de agosto, um sábado, em todas as capitais do país. A mobilização ocorre em protesto às medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Malafaia, um dos principais aliados políticos e religiosos de Bolsonaro, deve participar do ato em São Paulo. Já o ex-presidente está impedido de comparecer devido à decisão judicial que o obriga a permanecer em casa nos fins de semana, conforme uma das restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF.
O líder religioso tem atuado como organizador de manifestações contra o julgamento de Bolsonaro no Supremo, além de defender publicamente a anistia dos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Medidas cautelares contra Bolsonaro
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Na última sexta-feira (18/7), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra Jair Bolsonaro como parte de uma nova etapa da investigação que apura uma suposta trama golpista. A ação foi determinada por Moraes e impôs uma série de restrições ao ex-presidente, incluindo:
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Uso obrigatório de tornozeleira eletrônica;
Proibição de uso de redes sociais, direta ou indiretamente;
Recolhimento domiciliar noturno das 19h às 6h;
Proibição de sair de casa aos fins de semana e feriados;
Impedimento de contato com outros investigados, como seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
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A decisão do STF apontou que Bolsonaro e Eduardo teriam atuado para pressionar governos estrangeiros, especialmente os Estados Unidos, a adotarem sanções contra autoridades brasileiras e membros da Corte, configurando, segundo Moraes, “atos hostis e negociações criminosas” que buscavam subjugar o STF à influência de um Estado estrangeiro.
Em resposta, o senador norte-americano Marco Rubio anunciou, também na sexta-feira (18/7), a suspensão do visto do ministro Alexandre de Moraes, de outros magistrados do STF e de seus familiares.
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