Amazonas lidera ranking nacional de roubos de celular, aponta Anuário Brasileiro de Segurança
De acordo com o relatório, os roubos de celulares se concentram majoritariamente nos dias úteis, com picos entre 18h e 23h.
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Notícias do Amazonas – O estado do Amazonas lidera o ranking nacional de roubos de celular em 2024, com uma taxa de 533,1 casos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento mostra que, apesar de uma queda geral no número de ocorrências em todo o país — que somaram 374,7 mil no último ano —, o Amazonas permanece como a unidade federativa com maior incidência proporcional deste tipo de crime.
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De acordo com o relatório, os roubos de celulares se concentram majoritariamente nos dias úteis, com picos entre 18h e 23h, especialmente entre 19h e 20h. Oitenta por cento dos casos ocorrem em vias públicas, seguidos por ambientes como estabelecimentos financeiros, residências e transporte público.
Homens foram as principais vítimas, representando 59% dos registros. Jovens de 20 a 29 anos lideram entre as faixas etárias mais afetadas, com 28% dos casos, seguidos por pessoas de 30 a 39 anos.
Apesar da redução nos números gerais, os crimes de estelionato continuam em alta, com mais de 2 milhões de ocorrências registradas em 2024, sendo o maior volume desde o início da série histórica, em 2018. O aumento dos golpes virtuais e da atividade bancária online são apontados como principais causas.
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Já os furtos de celular seguem uma lógica diferente, sendo mais frequentes aos finais de semana. Em 2024, foram registrados 476,1 mil furtos — queda em relação a 2023, quando houve 514,1 mil. A maior parte também ocorreu em vias públicas (43,7%), seguidas de comércios, residências e transporte público.
A análise das marcas mais visadas mostra que os celulares da Samsung foram os mais furtados ou roubados (37,5%), seguidos por Apple (24,3%), Motorola (22,7%) e Xiaomi (12,2%).
Em relação à recuperação de aparelhos, o desempenho varia bastante entre os estados. O Piauí apresenta os melhores resultados, com um celular recuperado a cada 2,7 subtrações. Já o Pará aparece como o pior, com apenas um aparelho recuperado a cada 65,3 roubos ou furtos.
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