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Política

Deputado rebate investigação de Moraes e diz que viagem aos EUA foi missão oficial

Em nota, Barros negou qualquer irregularidade e afirmou que sua viagem aos EUA foi autorizada pela presidência da Câmara.

Por Hugo Guimarães

27/07/2025 às 08:14 - Atualizado em 05/08/2025 às 00:37

Foto: Câmara dos Deputados

Notícias do Brasil – O deputado federal Filipe Barros (PL-PR) se manifestou neste sábado (27/7) após ser incluído em uma investigação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura possível articulação entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e o governo dos Estados Unidos. A suspeita é de que o grupo teria buscado sanções contra autoridades brasileiras, incluindo ministros do STF e integrantes do governo Lula.

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Em nota, Barros negou qualquer irregularidade e afirmou que sua viagem aos EUA foi autorizada pela presidência da Câmara dos Deputados. “Embora até o momento não tenha sido citado formalmente no inquérito, esclareço que fui aos Estados Unidos em missão oficial da Câmara”, declarou.

Leia mais: Ministro Alexandre de Moraes é denunciado na OEA por violações de direitos humanos

O parlamentar disse ainda que, durante sua visita, se reuniu com autoridades do Congresso americano, incluindo os presidentes do Comitê de Relações Exteriores e do Subcomitê de Inteligência da Câmara dos Representantes. “Foi a primeira vez que o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados do Brasil foi recebido formalmente pelo Congresso Americano”, destacou.

Segundo ele, vincular sua missão oficial a supostas articulações por sanções econômicas “é ficção” e representa uma tentativa de “destruir a reputação” de seu trabalho à frente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Credn).

A investigação, aberta após notícia-crime apresentada por um advogado, apura se autoridades brasileiras teriam agido para comprometer a soberania nacional ao buscar apoio estrangeiro contra o Judiciário e o Executivo brasileiro. O objetivo, segundo o inquérito, seria proteger Jair Bolsonaro e outros aliados de punições relacionadas à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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Barros é um dos nomes próximos ao ex-presidente Bolsonaro e seu nome aparece ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), apontado como articulador de contatos com integrantes do governo Trump durante o período investigado.

A inclusão do deputado no inquérito aumenta a tensão entre aliados do ex-presidente e o STF, num momento em que a Corte avança em apurações sobre as articulações golpistas e os desdobramentos do 8 de Janeiro.

A assessoria do ministro Alexandre de Moraes não comentou o caso até o momento.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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