Maria do Carmo Seffair reage à prisão domiciliar de Bolsonaro: “O crime? Postaram a imagem dele nas redes”
Em sua declaração, Maria do Carmo condenou a decisão judicial, classificando-a como injusta e desproporcional.
- Reproduão / Redes Sociais
Notícias de Política – A empresária e pré-candidata ao governo do Amazonas, Maria do Carmo Seffair (PL), se manifestou neste domingo (4) nas redes sociais sobre a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em sua declaração, Maria do Carmo condenou a decisão judicial, classificando-a como injusta e desproporcional.
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Segundo ela, Bolsonaro está cumprindo prisão domiciliar, sem direito a visitas, sem acesso a celular e impedido de sair de casa, por uma suposta violação de medidas cautelares ao ter sua imagem veiculada em redes sociais — o que, segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes, fere as restrições impostas ao ex-presidente.
“Bolsonaro preso em domiciliar, sem visitas e uso de celular. O crime? Não foi corrupção, nem roubo ao INSS. Sua imagem foi postada nas redes sociais. Ele não pode falar e nem sair de casa, mas nós resistiremos. Estamos com você, presidente Bolsonaro! ‘A soberba precede a queda’”, escreveu Maria do Carmo.
A declaração rapidamente ganhou repercussão entre apoiadores do ex-presidente, sendo compartilhada em grupos e perfis ligados à base conservadora no Amazonas. Maria do Carmo Seffair, que se apresenta como uma das principais vozes bolsonaristas no estado, vem se consolidando como uma possível candidata competitiva nas eleições de 2026, com apoio direto do PL e de figuras alinhadas à direita.
- Foto: Redes Sociais
A decisão judicial que restringiu a liberdade de Bolsonaro se refere a investigações sobre sua suposta participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Apesar de não possuir condenação definitiva, Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais — inclusive por meio de terceiros — e de fazer aparições públicas.
A fala de Maria do Carmo se soma às reações de diversos aliados bolsonaristas, que alegam perseguição política e atentado à liberdade de expressão, e prometem intensificar a mobilização em apoio ao ex-presidente.
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