Vereadora de Manaus Thaysa Lippy denuncia uso indevido de sua imagem como chefe de gabinete de Moraes
Thaysa nega vínculo com o ministro do STF e classificou a ação como uma tentativa de difamação contra sua figura pública.
- Foto: reprodução
Notícias de Política -A vereadora de Manaus, Thaysa Lippy, denunciou publicamente nesta semana o uso indevido de sua imagem em uma fake news que circula em diversas redes sociais, na qual ela é erroneamente identificada como Cristina Yukiko Kusahara, chefe de gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo Thaysa, a montagem criminosa tem sido compartilhada em plataformas como X (antigo Twitter), Instagram, Facebook e TikTok, onde sua foto aparece acompanhada do nome “Cristina Wilkiko”, uma distorção do verdadeiro nome da assessora de Moraes. A vereadora afirma nunca ter tido qualquer tipo de relação com o ministro ou com sua equipe.
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“Estão vinculando publicações que usam a minha imagem de forma mentirosa e criminosa, como se eu fosse uma tal de Cristina Wilkiko, uma suposta chefe de gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Isso é uma fake news, é uma mentira. Eu nunca tive qualquer vínculo com essa Cristina, muito menos com o ministro do Supremo Tribunal Federal”, declarou Thaysa em vídeo publicado em suas redes sociais.
A montagem começou a circular após a divulgação de documentos jornalísticos que revelam a existência de uma força-tarefa informal, coordenada pela chefe de gabinete Cristina Yukiko Kusahara, criada após os eventos de 8 de janeiro de 2023. Essa estrutura teria atuado paralelamente ao sistema judicial tradicional, por meio de um grupo de WhatsApp chamado “Audiências de Custódia”, com ordens partindo diretamente do gabinete de Moraes.
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Apesar da gravidade das revelações, a imagem de Thaysa Lippy não possue qualquer ligação com os fatos apurados, o que torna o uso da sua foto um ataque direto à sua honra e reputação pública.
A vereadora classificou a ação como uma tentativa de difamação e manipulação da opinião pública, com o objetivo de confundir a população e manchar sua imagem política.
“É um crime contra a honra. Quem criou, compartilhou ou continua divulgando esse tipo de conteúdo será responsabilizado. Isso também gera processo por danos morais”, afirmou Thaysa, que já acionou sua equipe jurídica para tomar todas as medidas legais cabíveis contra os autores e disseminadores do conteúdo.
A vereadora reforçou que o uso indevido de imagem e a propagação de desinformação são crimes previstos na legislação brasileira e alertou que ninguém estará isento de consequências legais, mesmo que apenas tenha compartilhado a montagem.
Além do posicionamento jurídico, Thaysa aproveitou para reafirmar seu compromisso com a verdade e a responsabilidade na disseminação de informações. “É um momento em que precisamos ter ainda mais cuidado com o que lemos, vemos e compartilhamos. A mentira tem sido usada como arma para destruir reputações, e isso não pode ser normalizado.”
A vereadora também fez um apelo à população para que denuncie conteúdos falsos e pratique o uso responsável das redes sociais. “Antes de compartilhar, verifique. Um clique pode causar danos irreparáveis.”
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