Moraes decide tornar réu homem que o chamou de “satanista” em redes sociais
Ministro do STF acolhe denúncia por associação criminosa e incitação ao crime contra Glaudiston Cabral.

Reprodução
Notícias do Brasil – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (15/8) tornar réu Glaudiston da Silva Cabral, acusado de proferir ofensas graves contra ministros da Corte, incluindo chamá-lo de “satanista” e “sacrificador de crianças”. A decisão acolhe denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que imputou a Cabral os crimes de associação criminosa e incitação ao crime. A PGR afirma que suas ações fazem parte de um contexto de manifestações antidemocráticas, embora algumas ocorrências tenham ocorrido após os atos de 8 de janeiro de 2023.
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Segundo a denúncia, Cabral iniciou suas publicações ofensivas em julho de 2020, por meio de vídeos e mensagens em redes sociais, nos quais acusava ministros do STF de práticas ilícitas e ameaçava autoridades públicas. Em outubro de 2023, ele também protocolou petições com ofensas direcionadas aos ministros Moraes e Luís Roberto Barroso, qualificando-os de “genocidas” e “pedófilos”. Essas manifestações foram encaminhadas à polícia, resultando na abertura de um inquérito pela Polícia Federal do Mato Grosso do Sul.
Metrópoles
A decisão de Moraes gerou reações entre apoiadores e críticos, levantando discussões sobre os limites da liberdade de expressão e a proteção da honra de autoridades públicas. O caso segue em tramitação no STF, e Cabral responderá pelos crimes de associação criminosa e incitação ao crime
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