‘Diaba Loira’ mandou recado para Oruam e Doca dias antes de ser executada
Líder do tráfico que provocava rivais e ostentava armamentos nas redes sociais.
- (Foto: Divulgação)
Notícias do Brasil – Eweline Passos Rodrigues, 28 anos, conhecida como “Diaba Loira”, ficou marcada pelo mundo do crime e da ousadia nas redes sociais. Natural de Santa Catarina, Eweline teve sua vida transformada após sofrer uma tentativa de feminicídio que a fez fugir para o Rio de Janeiro.
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Lá, ela se envolveu com o tráfico de drogas, inicialmente pelo Comando Vermelho (CV), e depois migrou para a facção rival Terceiro Comando Puro (TCP).
Dias antes de ser executada a tiros, em 13 de agosto, na Zona Norte do Rio, Eweline publicou um vídeo desafiando publicamente rivais como o rapper Oruam e Edgar “Doca”, apontado como um dos chefes do CV.
No vídeo, ela acusava os adversários de tentar comprar um traficante do TCP e afirmava ter dado um “xeque-mate” aos inimigos.
Com quase 70 mil seguidores, Eweline usava suas redes para ostentar armamentos de grosso calibre e mandar recados diretos aos seus oponentes e às forças de segurança.
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Sua frase polêmica “Não me entrego viva, só saio no caixão” antecipava o fim trágico que a aguardava.
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Antes de entrar para o mundo do crime, Eweline vivia uma vida comum, casada e mãe de dois filhos em Santa Catarina. A virada aconteceu após uma tentativa de feminicídio, que a levou a ingressar na guerra das facções no Rio, um caminho que terminou com sua morte violenta.
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