Advogado ligado a Trump acusa governo Lula de perseguir Malafaia
Martin De Luca afirma que notificações contra a igreja do pastor configuram censura e “guerra jurídica”.

Foto: reprodução
Notícias do Brasil – O advogado norte-americano Martin De Luca, que atua para a Trump Media e a plataforma Rumble, acusou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de praticar censura contra o pastor Silas Malafaia. A declaração foi feita neste domingo (31/8), em publicação no X (antigo Twitter).
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Segundo De Luca, em vez de responder às críticas de Malafaia, o governo teria recorrido a medidas de retaliação por meio de notificações judiciais. Ele classificou a atuação como “repressão e guerra jurídica clássica”.
A manifestação ocorre após a divulgação de que a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, liderada por Malafaia, foi autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) por irregularidades trabalhistas. Documentos apontam que a igreja deixou de depositar mensalmente o FGTS de 423 funcionários, além de não pagar a multa rescisória a 91 trabalhadores demitidos sem justa causa.
Resposta de Malafaia
O pastor confirmou ter quitado parte das multas, mas alegou perseguição política. Ele disse que alguns débitos foram parcelados conforme a lei e que discute na Justiça cobranças que considera indevidas.
“Só porque atrasei um mês, eles vieram atrás de mim. Um mês! Querendo dar multa, coisa e tal”, declarou. Malafaia admitiu o pagamento de R$ 66 mil, mas contestou outra cobrança de R$ 1,57 milhão.
Dívidas em aberto
De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Malafaia acumula mais de R$ 17 milhões em dívidas com a União, valores que estão sendo cobrados judicialmente. A própria igreja também possui débitos, parte deles renegociados em cerca de R$ 4 milhões.
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