Tarcísio chama Moraes de tirano e cobra Hugo Motta por votação de “anistia ampla”
Manifestantes bolsonaristas se mobilizam na Avenida Paulista em defesa da anistia.
- (Foto: Divulgação)
Notícias do Brasil – Manifestantes pró-Jair Bolsonaro (PL) ocuparam vários quarteirões da Avenida Paulista na tarde deste domingo, em protesto que defende a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Essa foi a quarta manifestação bolsonarista do ano na capital paulista e a primeira após a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente.
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Com o lema “Reaja Brasil”, o ato destacou o protagonismo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem liderado a articulação política para aprovação da anistia no Congresso Nacional. Tarcísio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foram as figuras mais esperadas no evento, que reuniu manifestações também em Brasília e Rio de Janeiro.
Vestidos com camisas verde e amarelo, os manifestantes carregavam bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel, além de faixas críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos contra bolsonaristas no STF.
Tarcísio criticou duramente o julgamento de Bolsonaro, chamou Moraes de “tirano” e cobrou do presidente da Câmara, Hugo Motta, a pauta para a “anistia ampla”.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcanti, também atacou Moraes, enquanto o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, classificou os ataques de 8 de janeiro como “vandalismo” e defendeu que o julgamento verdadeiro ocorrerá nas urnas.
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Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o ato contou ainda com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Tarcísio convidou governadores de direita, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, embora Ratinho Jr. não tenha comparecido.
A ausência de Bolsonaro foi sentida, devido às medidas cautelares impostas pelo ministro Moraes, que culminaram em sua prisão domiciliar.
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Enquanto isso, Tarcísio passou o dia em procedimento médico e foi criticado pela base bolsonarista por não estar presente nos atos anteriores, mas agora lidera a mobilização política pela anistia.
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