Coligação “Eu voto no Amazonas” pede cassação do registro de Wilson Lima por compra de votos
Além da denúncia de Codajás foram apresentadas provas de compra de votos para o candidato em Nhamundá no dia do primeiro turno da eleição.
PUBLICIDADE
A coligação “Eu voto no Amazonas”, do candidato Amazonino Mendes (PDT), entregou, neste sábado (20/10), ao presidente João Simões, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), a “notícia criminis” por compra de votos no interior do Estado e representação com pedido de cassação do registro ou do diploma do candidato Wilson Lima (PSC) e seu vice, Carlos Almeida, pelo crime eleitoral, além de multa no patamar máximo decorrente da violação do artigo 41-A da Lei 9.504/97.
Advogados da chapa encabeçada pelo governador falaram com a imprensa hoje (20) na sede do TRE e informaram que além da denúncia de compra de votos em Codajás (distante 297 quilômetros de Manaus), confessada pelo traficante Diellison Wendel Alves Pinheiro, “o Didi”, existe também contra Wilson um flagrante no dia da eleição (7/10) executado pela Polícia Civil no município de Nhamundá (distante em linha 300.7 km de Manaus) quando ex-prefeito do município, Mário José Chagas Paulain, foi encontrado comprando votos para o candidato.
Paulain foi pego dentro de um quarto da Pousada Tucunaré em Nhamundá. No flagrante, foram apreendidos dinheiro; material de campanha do candidato Wilson Lima, como panfletos, adesivos e camisas; aparelho de telefone celular, título de eleitor e recibos.
Também foram apreendidos panfletos de Vanessa Graziottin, candidata ao Senado, e de Fernando Haddad, candidato à presidente. Todo o material comprobatório está apensado na representação que está embasada em vasto material comprobatório de que o ex-prefeito Nhamundá atuou para captação ilegal de votos, no primeiro turno das eleições.
Além do pedido de cassação, a representação pede que a Justiça Eleitoral requisite à autoridade policial de Nhamundá e ao juiz da 43ª Zona Eleitoral no município para que informem os desdobramentos da prisão em flagrante de Paulain. Solicitou ainda que a Justiça Eleitoral determine o envio do aparelho celular durante a prisão em flagrante à Polícia Federal, para o fim de realização de perícia para obtenção das mensagens recebidas e enviadas ao aparelho desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, bem como o histórico de ligações do mesmo período.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





