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Sob pressão do ultimato de Trump, Hamas decide liberar todos os reféns israelenses

A resposta do Hamas foi enviada ao plano de 20 pontos apresentado por Donald Trump, que havia dado prazo até domingo.

Por Jonas Souza

03/10/2025 às 19:04 - Atualizado em 03/10/2025 às 19:16

Notícias do Mundo – O Hamas anunciou nesta sexta-feira (3) que concorda em libertar todos os reféns israelenses — vivos ou mortos — como parte do plano de paz para Gaza proposto pelo governo dos Estados Unidos.

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Em comunicado oficial, o grupo palestino afirmou estar disposto a iniciar imediatamente negociações, por meio de mediadores, para discutir os detalhes do acordo. Além disso, reiterou sua posição de transferir a administração da Faixa de Gaza a um organismo palestino independente, respaldado pelo consenso nacional, apoio árabe e islâmico.

Leia mais: Prefeito de Belém é cobrado por MPF em meio a anúncio de novo pronto-socorro para a COP 30

Segundo um funcionário do Hamas, a organização não pretende se desarmar antes do fim da ocupação israelense.

A resposta do Hamas foi enviada ao plano de 20 pontos apresentado por Donald Trump, que havia dado prazo até domingo para que o grupo aceitasse ou rejeitasse a proposta. Ainda não está claro se Estados Unidos ou Israel estarão dispostos a avançar em novas negociações.

Na resposta, o Hamas destacou “apreço pelos esforços árabes, islâmicos e internacionais, bem como pelos esforços do presidente dos EUA, Donald Trump, pedindo o fim da guerra na Faixa de Gaza, a troca de prisioneiros e a entrada imediata de ajuda humanitária”.

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O grupo reafirmou que aceita a libertação dos reféns israelenses de acordo com a fórmula prevista no plano de Trump, mas condicionou a execução da troca a ajustes nas condições de campo.

O plano dos EUA para Gaza

A Casa Branca divulgou, na segunda-feira (29), os pontos centrais da proposta americana. O plano prevê:

  • cessar-fogo imediato,

  • troca de reféns do Hamas por prisioneiros palestinos mantidos por Israel,

  • retirada das forças israelenses de Gaza,

  • desarmamento do Hamas,

  • e criação de um governo internacional temporário, chamado Conselho da Paz, que seria presidido por Trump e contaria com líderes mundiais, entre eles o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.

O documento também prevê que, posteriormente, o controle de Gaza seja entregue à Autoridade Palestina.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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