Agentes envolvidos em megaoperação terão acompanhamento psicológico
Equipe de três psicólogos atuará na Policlínica e será incorporada ao Serviço de Atendimento Psicossocial, alinhado à ADPF 635 do STF.
- Foto: Reprodução/Internet
Notícias do Brasil – Após a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos — entre eles, quatro policiais —, foi anunciada a criação de uma “força-tarefa pós-incidente crítico” para acompanhamento psicológico dos agentes diretamente envolvidos na ação. A iniciativa tem como objetivo oferecer acolhimento e escuta qualificada a servidores expostos a situações de alto impacto emocional, reduzindo efeitos traumáticos e fortalecendo a saúde mental.
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Para reforçar o atendimento, três psicólogos foram colocados à disposição do Serviço de Saúde Mental da Policlínica e, inicialmente, atuarão dedicados à força-tarefa. A nota oficial explica que a equipe será incorporada ao Serviço de Atendimento Psicossocial, previsto em um Programa de Saúde Mental do governo do estado, em cumprimento à ADPF 635 — decisão do Supremo Tribunal Federal que estabelece medidas de proteção à vida e à integridade de policiais civis e militares pós-incidente crítico no Rio de Janeiro.
A implementação prevê um fluxo de cuidado contínuo, da triagem ao acompanhamento, com foco em prevenção de transtornos relacionados ao estresse e ao trauma. O acompanhamento também busca orientar chefias e equipes sobre sinais de alerta e formas de organizar rotinas que minimizem o desgaste emocional, especialmente após operações de grande porte.
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