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PF fecha empresas de segurança clandestinas e autua outras quatro durante fiscalização na COP30

Segundo a PF, algumas empresas prestavam segurança patrimonial e de eventos sem a autorização obrigatória.

Por Jonas Souza

21/11/2025 às 17:14

Notícias do Pará  – A Polícia Federal fechou duas empresas de segurança clandestinas e lavrou quatro autos de infração durante operações de fiscalização realizadas nos espaços oficiais e polos temáticos da COP30, em Belém. As ações ocorreram ao longo das últimas semanas e vistoriaram mais de 700 profissionais de segurança privada que atuavam na conferência.

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Leia mais: Seis pessoas seguem internadas após incêndio na Blue Zone da COP 30 em Belém

As fiscalizações foram realizadas em áreas como Blue Zone, Green Zone, Agrizone, Enzone, Freezone, Polo Museu Emílio Goeldi e Chico Mendes, Casa BNDES, Complexo Mercedários, UFPA, Estação das Docas, Aldeia da COP e Espaço Cúpula dos Povos. Um hotel-barco ancorado no Porto de Belém, usado para hospedagem de delegações, também foi alvo das ações.

Empresas clandestinas e irregularidades

Segundo a PF, algumas empresas prestavam segurança patrimonial e de eventos sem a autorização obrigatória, o que caracteriza atividade clandestina. Em outros casos, as empresas deixaram de enviar à PF, com 24 horas de antecedência, a lista com escalas e dados dos vigilantes – etapa obrigatória em eventos de grande porte.

As equipes também flagraram profissionais de apoio executando funções exclusivas de vigilantes, o que é proibido. Rádios de comunicação e detectores de metal utilizados de forma irregular foram apreendidos.

Como resultado, duas empresas tiveram suas atividades interrompidas e foram notificadas a se regularizar. Outras quatro receberam autos de infração pelas irregularidades detectadas.

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Fiscalização reforça segurança da COP30

Mais de 20 policiais federais participaram da operação, utilizando ferramentas como o VERO, sistema que verifica por biometria a regularidade de vigilantes e empresas.

A PF informou que a fiscalização faz parte do esquema de segurança da COP30 e segue as regras do novo Estatuto da Segurança Privada, que exige projeto de segurança, definição de efetivo mínimo, análise de risco e controle de acesso para eventos de grande circulação.

De acordo com a corporação, as ações contribuíram para elevar o padrão de segurança dos espaços monitorados e garantir a proteção de participantes, autoridades e visitantes presentes na conferência climática.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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