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Eduardo Bolsonaro lamenta retirada de sanções da Magnitsky contra Alexandre de Moraes e critica “falta de coesão”

Em nota publicada nas redes sociais, Eduardo afirmou receber “com pesar” o anúncio do governo dos EUA.

12/12/2025 às 16:10 - Atualizado em 12/12/2025 às 18:35

Notícias do Brasil  – O deputado federal autoexilado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) lamentou a retirada dos nomes do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e da esposa dele, a advogada Viviane Barci de Moraes, da lista das sanções globais da Lei Magnitsky. Eduardo e o blogueiro Paulo Figueiredo, que são os principais fiadores das medidas contra o Brasil no exterior, divulgada uma nota no X minutos após a decisão publicada no site do Tesouro americano.

“Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil”, diz a nota.

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Eduardo e Figueiredo disseram que a sociedade brasileira não aproveitou o período em que Moraes esteve sancionado para pressionar o ministro. Segundo os dois, isso se deu por “falta de coesão interna” e “insuficiente apoio” às iniciativas deles nos Estados Unidos.

“Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual”, dizem Eduardo e Figueiredo.

Leia também: Vereador Salazar é comparado ao narcotraficante Pablo Escobar, que entrou na política para se ‘blindar’

Afirmando que Trump tomou a decisão de retirar Moraes e Viviane da Magnitsky por estratégias internas, Eduardo e Figueiredo desejaram sorte ao governo americano. Os dois disseram que irão continuar, por outros métodos, para alcançar a “libertação do nosso País”.

“Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente Donald Trump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas. Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro”, conclui a nota.

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Leia nota completa:

DECLARAÇÃO PÚBLICA

Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo dos EUA. Somos gratos pelo apoio demonstrado pelo Presidente Trump ao longo deste processo e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que afeta o Brasil.

Lamentamos que a sociedade brasileira, apesar da janela de oportunidade que se lhe apresentou, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o apoio insuficiente às iniciativas realizadas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual.

Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente Donald Trump seja bem-sucedida na defesa dos interesses estratégicos do povo americano, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando com firmeza e determinação para encontrar um caminho que permita a libertação de nosso país, pelo tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas.

Que Deus abençoe a América e tenha misericórdia do povo brasileiro.

Eduardo Bolsonaro
Paulo Figueiredo

Estadão Conteúdo

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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