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Réu por matar namorada paraense com espada e carbonizar corpo é condenado a mais de 31 anos de prisão no

Durante o julgamento, foram ouvidas a mãe e uma amiga da vítima, além de um médico legista.

Por Jonas Souza

12/12/2025 às 20:58

Notícias do Pará – André Ávila Fonseca foi condenado a 31 anos e 4 meses de prisão pelo assassinato da namorada, Laila Vitória Rocha de Oliveira, de 20 anos, natural de Parauapebas, no sudeste do Pará. O julgamento foi concluído na madrugada desta sexta-feira (12), após sessão do Tribunal do Júri em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A defesa ainda pode recorrer da decisão.

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O réu respondeu por homicídio qualificado por feminicídio, uso de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e posse ilegal de arma de fogo. André Ávila não compareceu ao julgamento e permanecerá preso. O Conselho de Sentença foi formado por sete mulheres.

Durante o julgamento, foram ouvidas a mãe e uma amiga da vítima, além de um médico legista. A defesa apresentou o depoimento de dois psiquiatras indicados para avaliar o estado mental do réu. Após a fase de debates entre acusação e defesa, os jurados decidiram pela condenação.

Laila Vitória Rocha de Oliveira conheceu André Ávila pela internet e viajou do Pará ao Rio Grande do Sul para encontrá-lo. O crime ocorreu em março de 2023, no bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre. Segundo a Polícia Civil, a jovem já tinha passagens compradas para retornar ao Pará na mesma semana em que foi assassinada.

Testemunhas relataram que, nos dias que antecederam o crime, André apresentou comportamento agressivo. Conversas obtidas pela investigação indicam que Laila demonstrava medo e dizia a familiares e amigos que pretendia ir embora o quanto antes.

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Após o assassinato, o réu carbonizou o corpo da vítima em uma lareira da residência. André Ávila está preso desde 2023 e possui antecedentes criminais, incluindo uma condenação por tripla tentativa de homicídio em 2007.

A Polícia Civil descartou qualquer motivação religiosa para o crime, apesar de o réu se apresentar nas redes sociais como “Victor Samedi” e afirmar atuar como necromante. A investigação concluiu que o caso se trata de violência extrema contra a mulher, caracterizando feminicídio.

O crime causou grande comoção no Pará e no Rio Grande do Sul, especialmente pela brutalidade e pela história da vítima, que deixou sua cidade natal para conhecer o companheiro e acabou assassinada.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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