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Advogado Jeffrey Chiquini pede prisão preventiva de Lulinha em caso que apura esquema no INSS

A solicitação cita risco de fuga, residência no exterior e indícios de envolvimento em irregularidades financeiras.

Por Jonas Souza

13/01/2026 às 16:27 - Atualizado em 13/01/2026 às 18:22

Resumo

Um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, foi protocolado no STF pelo advogado Jeffrey Chiquini, no contexto das investigações da Polícia Federal sobre um suposto esquema de fraudes no INSS. A solicitação cita risco de fuga, residência no exterior e indícios de envolvimento em irregularidades financeiras.

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Notícias do Brasil – O advogado Jeffrey Chiquini informou que apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O requerimento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas a possíveis fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A iniciativa ocorre no âmbito de apurações conduzidas pela Polícia Federal, que investigam suspeitas de irregularidades envolvendo descontos associativos aplicados a beneficiários do INSS.

Argumentos apresentados pela defesa

Segundo Chiquini, o pedido se fundamenta principalmente no risco de evasão do investigado. O advogado alega que Lulinha mantém residência no exterior e que, em 2025, permaneceu por um período na Espanha, o que, na avaliação da defesa, poderia dificultar uma eventual responsabilização judicial no Brasil.

Em declarações públicas, o advogado afirmou que há receio de que o investigado deixe novamente o país e não se coloque à disposição da Justiça caso venha a ser formalmente acusado.

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Supostos indícios e citações na investigação

De acordo com o advogado, o pedido de prisão preventiva menciona o que ele classifica como “indícios sólidos” de envolvimento de Lulinha no esquema investigado. Relatórios da Polícia Federal citariam conversas, depoimentos e referências a uma suposta “mesada” no valor de R$ 300 mil, além de suspeitas relacionadas a negócios no setor de cannabis medicinal.

As investigações ainda apuram possíveis ligações de Lulinha com um personagem conhecido como “Careca do INSS”, apontado como figura central no esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários.

O pedido apresentado por Chiquini deverá passar pela análise do Ministério Público antes de eventual decisão do STF. Até o momento, não há decisão judicial sobre a solicitação de prisão preventiva, e o caso segue em fase de investigação.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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