Onça ataca motociclista na estrada da Cidade Universitária em Manaus
Caso ocorreu no km 4 da estrada da Cidade Universitária.

Foto: Reprodução
Resumo
Moradores do distrito do Cacau-Pereira, em Iranduba, ficaram em alerta após um ataque de onça na madrugada deste sábado (24), na região do estaleiro Juruá. O caso ocorreu na estrada da Cidade Universitária, perto de um trecho muito usado por trabalhadores, ciclistas e pedestres. Um motociclista não se feriu, mas dois cães que o acompanhavam foram atingidos: um foi levado para a mata e o outro morreu. A comunidade pede atenção redobrada e orienta evitar circular sozinho à noite.
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Notícias do Amazonas – Um ataque de onça registrado na madrugada deste sábado (24) colocou moradores do distrito do Cacau-Pereira, em Iranduba, em estado de alerta, especialmente na região do estaleiro Juruá. O local é de grande circulação diária, com fluxo constante de pedestres, ciclistas e trabalhadores que utilizam a estrada como principal rota.
Ocorrência foi no km 4 da estrada da Cidade Universitária
O ataque aconteceu no km 4 da estrada da Cidade Universitária, via situada na margem da rodovia Manoel Urbano, conhecida como estrada de Manacapuru. Segundo relato de um morador, o caso ocorreu por volta das 2h30, quando um rapaz seguia de motocicleta para buscar o irmão, que saía do turno da noite no estaleiro.
Cães foram atacados durante o trajeto
Ainda conforme o morador, ao passar pelo “ladeirão”, após o conjunto Maria Zeneide, no sentido Novo Terte e Lago do Cacau, o motociclista foi surpreendido. A onça avançou contra os cachorros que o acompanhavam: um foi capturado e arrastado para a mata, e outro morreu, possivelmente em decorrência do ataque ou da queda da motocicleta. O condutor não ficou ferido.
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Comunidade pede cautela e reforça convivência com a floresta
A preocupação, segundo moradores, é que muitas pessoas passam pelo trecho durante a madrugada e à noite, além de haver caminhadas, corridas e pedaladas no início da manhã e no fim da tarde. Sem portões ou barreiras no conjunto habitacional, a comunidade teme novos episódios, mas reconhece que vive em área de floresta, habitat natural da espécie. A orientação tem sido redobrar os cuidados e evitar andar sozinho em horários de menor movimento.
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