Vídeo: jovem morta com tiro na cabeça estava bêbada quando brigou com suspeito, diz mãe
Imagens revelam conflitos entre a vítima e o suspeito dias antes do crime; mãe diz que filha estava embriagada no dia da última briga.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Vídeo mostra discussão e agressões entre vizinhos dias antes do assassinato de Alana Arruda Pereira, 25, na zona Sul de Manaus; mãe da vítima afirmou que a filha estava bêbada após passeio no dia da confusão.
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Notícias polícias – Um vídeo que circula nas redes sociais trouxe novas informações sobre o homicídio de Alana Arruda Pereira, de 25 anos, morta a tiros na tarde desta quarta-feira (28) na zona Sul de Manaus. As imagens, registradas dias antes do crime, mostram uma discussão entre Alana e o homem apontado como autor do homicídio, evidenciando que o conflito entre os dois não foi um episódio isolado.
Segundo relatos da polícia e de moradores da região, a vítima e o suspeito — que trabalhava como vigilante e morava próximo à residência dela — já haviam se desentendido diversas vezes. O vídeo, registrado aproximadamente dez dias antes da morte, mostra os dois em uma discussão acalorada na porta da casa do homem, com gestos e trocas de xingamentos intensos que culminaram em agressões verbais e tensões físicas.
Conforme a investigação, Alana foi morta com um tiro no rosto na Rua da Paz, no bairro Betânia, após retornar ao local de conflito. O vigilante se entregou à polícia após o crime e confessou o assassinato.
Mãe diz que filha estava bêbada no dia da confusão
Em entrevista a um veículo de comunicação em Manaus, a mãe de Alana afirmou que a jovem estava bêbada no dia em que ocorreu a briga registrada nas imagens, após voltar de um passeio. A condição de embriaguez teria contribuído para a intensidade do confronto entre ela e o suspeito dias antes do homicídio — um fator que também está sendo considerado na fase inicial das investigações.
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Conflitos anteriores e investigação policial
Autoridades apontam que a relação entre a vítima e o suspeito já vinha se deteriorando há algum tempo, com relatos de rixas pessoais e trocas de acusações entre as partes. Testemunhas relataram que, na noite anterior ao crime, Alana teria se dirigido até a casa do vigilante acompanhada de outras pessoas, o que pode ter agravado ainda mais a situação.
A polícia segue investigando as circunstâncias que levaram à morte da jovem e analisa o vídeo e outros elementos de prova para confirmar se o histórico de discussões entre os dois teve influência direta no desfecho fatal. O caso está sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que também apura se houve algum fator adicional de motivação ou provocação no dia do assassinato.
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