Mulher é presa por tortura após permitir que filho fosse arremessado pelo padrasto por janela no Amazonas
Criança de 6 anos sofreu fratura grave no braço e relatou histórico de agressões frequentes.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Mulher de 21 anos é presa por tortura após permitir agressões do marido contra o próprio filho de 6 anos em Novo Airão, no interior do Amazonas.
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Noticias policiais – Uma mulher de 21 anos foi presa nesta quinta-feira (5) pelo crime de tortura-castigo e omissão após permitir que o próprio filho, de apenas 6 anos, fosse violentamente agredido pelo padrasto em Novo Airão, município do interior do Amazonas. O caso aconteceu na Comunidade Fazendinha e chocou moradores pela brutalidade da violência contra a criança.
De acordo com a apuração policial, o crime ocorreu na última terça-feira (3), quando o companheiro da mulher, um homem de 25 anos, em um acesso de raiva, arremessou o menino pela janela da residência. A cena foi registrada em vídeo pelo avô da criança, que estava no local no momento da agressão.
Omissão agravou o estado da criança
Mesmo após a queda e das queixas de dor feitas pelo filho, a mãe não procurou atendimento médico imediato. Em vez disso, ela optou por levar o menino a um rezador, na tentativa de aliviar o sofrimento, sem sucesso. Posteriormente, a mulher retornou com a criança para a mesma casa onde o agressor estava, expondo novamente o menino a risco.
Com a piora do quadro de saúde, o avô decidiu encaminhar o vídeo ao pai da criança, que acionou as autoridades. Quando os policiais chegaram ao local, o padrasto já havia fugido, mas encontraram o menino em estado preocupante.
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Fratura grave e histórico de violência
A criança foi levada ao hospital do município, onde exames constataram fratura grave no braço esquerdo, além de dores intensas e ausência de qualquer tipo de imobilização. Em depoimento, o menino relatou que não foi a primeira vez que sofreu agressões, indicando um histórico recorrente de violência dentro do ambiente familiar.
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Diante dos fatos, a mãe foi presa e autuada por tortura-castigo e omissão. O padrasto, apontado como autor direto da agressão, segue foragido e está sendo procurado pela polícia. O caso segue sob investigação, e a criança permanece sob cuidados médicos e acompanhamento das autoridades competentes.
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