Caso Epstein: escândalo de tráfico sexual cita brasileira de 9 anos em e-mail: “sexy e fofa”
O material faz parte de milhões de páginas liberadas pelo Departamento de Justiça dos EUA.
- Foto: EFE/EPA/New York State Division of Criminal Justice
Resumo
Um e-mail dos arquivos do caso Jeffrey Epstein cita a chegada de uma “brasileira de 9 anos”. O material faz parte de milhões de páginas liberadas pelo Departamento de Justiça dos EUA.
Notícias do Mundo – A divulgação de milhões de páginas de documentos ligados ao caso Jeffrey Epstein trouxe à tona um e-mail de 2013 que menciona a chegada de uma criança brasileira de nove anos. O conteúdo integra o novo lote de arquivos liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e reacendeu o debate sobre o alcance do esquema e a falta de identificação dos envolvidos.
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No e-mail, enviado a Epstein, o autor — cujo nome foi redigido pelas autoridades americanas — escreveu: “Nova brasileira acabou de chegar, sexy e fofa, = 9 anos.” O trecho se tornou um dos pontos mais chocantes entre os documentos divulgados, por mencionar diretamente a origem e a idade da criança.
Caso da brasileira chama atenção nos documentos
A referência à criança brasileira ganhou destaque por indicar possível presença de vítimas estrangeiras no esquema investigado. Como os nomes dos autores das mensagens permanecem ocultos, não é possível saber quem enviou o e-mail nem se a pessoa foi investigada ou responsabilizada.
A manutenção das identidades sob sigilo tem sido alvo de críticas, principalmente de grupos que defendem maior transparência nas investigações. Especialistas apontam que a ausência de nomes impede a avaliação pública sobre eventuais responsabilidades.
Milhões de páginas revelam detalhes do escândalo
O e-mail faz parte de um conjunto de mais de 3 milhões de páginas liberadas recentemente. O material inclui registros de festas organizadas por Epstein, listas de convidados, mensagens trocadas com pessoas influentes e documentos das investigações.
As novas revelações voltaram a colocar o escândalo no centro do debate internacional, especialmente por envolver relatos, fotos e comunicações até então desconhecidas do público.
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Histórico do caso Epstein
O empresário Jeffrey Epstein ganhou notoriedade em 2008, quando foi condenado a 13 meses de prisão após ser acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 14 anos. Outras vítimas foram identificadas durante as investigações, e fotos de jovens foram encontradas em sua residência.
Apesar da gravidade das acusações, Epstein fechou um acordo judicial que evitou uma condenação mais severa. O entendimento permitia que ele deixasse a prisão seis dias por semana para trabalhar, decisão que gerou críticas e questionamentos sobre privilégios concedidos ao empresário.
Nova prisão e morte na cadeia
Em 2019, Epstein voltou a ser preso, acusado de comandar um esquema de tráfico sexual envolvendo dezenas de meninas. O caso ganhou repercussão global, com investigações apontando conexões do empresário com figuras influentes.
Epstein sempre negou as acusações. Um mês após a prisão, ele foi encontrado morto na cela, em um episódio classificado oficialmente como suicídio. A morte alimentou teorias de conspiração e suspeitas de acobertamento, diante da rede de contatos mantida pelo empresário.
Debate sobre sigilo continua
A revelação do e-mail envolvendo a criança brasileira aumentou a pressão por transparência na divulgação dos arquivos. Críticos afirmam que a manutenção de nomes sob sigilo impede a responsabilização de possíveis envolvidos e dificulta a compreensão completa do esquema.
Enquanto isso, o grande volume de documentos continua sendo analisado por autoridades, jornalistas e especialistas, o que pode trazer novas revelações nos próximos meses.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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