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Justiça mantém prisão de estudante acusado de matar professora dentro de faculdade

Após a análise do caso, o Judiciário converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, mantendo o suspeito detido.

Por Jonas Souza

07/02/2026 às 16:52 - Atualizado em 20/05/2026 às 15:43

Resumo

A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção do estudante de Direito acusado de matar a professora Juliana Santiago dentro de uma faculdade em Porto Velho. O suspeito passou por audiência de custódia neste sábado e será encaminhado ao sistema prisional.

O estudante de Direito João C. C. Júnior, acusado de assassinar a professora e escrivã de polícia Juliana Santiago, de 35 anos, foi levado à audiência de custódia neste sábado (7), em Porto Velho (RO). Após a análise do caso, o Judiciário converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, mantendo o suspeito detido enquanto as investigações avançam.

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Com a decisão, ele será transferido para o presídio e permanecerá à disposição da Justiça, sem direito de responder ao processo em liberdade.

Crime causou comoção em Rondônia

O caso gerou forte repercussão no estado e em todo o país. Juliana Santiago foi morta na noite de sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), onde lecionava.

De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu por volta das 20h, após o encerramento da aula. Testemunhas relataram momentos de pânico e correria no campus universitário.

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Suspeito foi preso no local

O estudante tentou fugir após o ataque, mas foi contido por um aluno de uma sala vizinha, que é policial militar. Ele conseguiu alcançar o suspeito e realizou a prisão ainda dentro da instituição, até a chegada das equipes policiais.

A professora chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de dar entrada no Hospital João Paulo II.

Investigação apura motivação do crime

Inicialmente, ao ser detido, o suspeito alegou que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e afirmou que teria agido motivado por ciúmes. Essa versão, no entanto, não foi confirmada oficialmente.

Na delegacia, orientado pela defesa, o estudante optou por permanecer em silêncio durante o depoimento, o que levantou dúvidas sobre a veracidade da versão apresentada no momento da prisão.

Possível relação com reprovação acadêmica

Informações apuradas durante a investigação e relatos de colegas indicam que o crime pode ter sido motivado por uma reprovação na disciplina ministrada por Juliana Santiago. Segundo essas informações, o aluno teria sido reprovado por uma diferença mínima na nota final.

A Delegacia de Homicídios segue responsável pelo caso e trabalha para esclarecer a real motivação do crime, que é tratado como feminicídio.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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