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Resumo
Com o retorno das aulas, aumenta a circulação de vírus e doenças infecciosas entre crianças menores de cinco anos, o que leva a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) a reforçar orientações de prevenção nas escolas e em casa. A recomendação inclui cuidados com higiene, vacinação atualizada, atenção aos sintomas iniciais e a importância da identificação precoce de possíveis casos para evitar a transmissão coletiva.
Notícias de Manaus – O retorno das atividades escolares contribui para o aumento da circulação de vírus e outras doenças, principalmente entre crianças menores de cinco anos. A convivência diária, o contato próximo e hábitos comuns da infância tornam o ambiente escolar mais suscetível à transmissão de agentes infecciosos, exigindo atenção redobrada de pais, responsáveis e educadores.
Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), atitudes como levar as mãos à boca, aos olhos e ao nariz, além do compartilhamento de brinquedos e materiais escolares, favorecem a disseminação de doenças. Muitas vezes, os sinais iniciais são leves e passam despercebidos, o que pode atrasar a adoção de cuidados adequados.
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Medidas simples fazem a diferença
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca que ações básicas de prevenção são fundamentais para reduzir o risco de transmissão, tanto no ambiente escolar quanto no domicílio. A higiene correta das mãos, o não compartilhamento de objetos pessoais e a manutenção da vacinação em dia contribuem diretamente para a proteção das crianças e para a segurança coletiva nas escolas.
Atenção aos sintomas e busca por atendimento
A sanitarista do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (Cievs-AM), Josielen Soares, reforça que o reconhecimento precoce de sinais e sintomas, aliado à comunicação imediata de casos suspeitos e à procura por serviços de saúde, fortalece a vigilância em saúde. Informar a escola e os profissionais de saúde permite a adoção de medidas preventivas que protegem outras crianças, familiares e a comunidade.
Doenças comuns exigem identificação correta
Entre as doenças mais frequentes nessa faixa etária estão a Doença Mão-Pé-Boca e a Catapora (Varicela). Apesar de ambas causarem lesões pelo corpo, apresentam características diferentes. A catapora pode ser prevenida por vacina, disponível no calendário nacional de vacinação, o que torna essencial a verificação da caderneta da criança. Em casos de suspeita, a orientação é procurar a unidade básica de saúde mais próxima para avaliação adequada.
Declaração de Transparência
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