Operação contra “foguetório” termina com 37 presos e 5 adolescentes apreendidos no Amazonas
Ação integrada da SSP-AM ocorreu em Manaus e em nove municípios do interior.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Operação das Forças de Segurança do Amazonas prende 37 pessoas e apreende cinco adolescentes por apologia ao crime durante queima de fogos em Manaus e no interior.
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Notícias policiais – Uma operação deflagrada pelas Forças de Segurança do Amazonas resultou na prisão de 37 pessoas por apologia ao crime e na apreensão de cinco adolescentes por ato infracional análogo. A ação ocorreu entre a tarde de terça-feira (10) e a madrugada desta quarta-feira (11), após registros de queima de fogos atribuída a manifestações em alusão a grupo criminoso.
A ofensiva foi coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), com atuação integrada das Polícias Civil (PC-AM) e Militar (PMAM). As diligências ocorreram em todas as zonas de Manaus e também nos municípios de Canutama, Itacoatiara, Humaitá, Manacapuru, Tapauá, Benjamin Constant, Presidente Figueiredo, Carauari e Codajás.
Além das prisões, os policiais apreenderam porções de entorpecentes e cerca de mil artefatos explosivos, entre fogos intactos e já deflagrados, supostamente utilizados durante os atos investigados.
Inteligência e monitoramento
De acordo com a SSP-AM, a operação foi baseada em informações levantadas pelos setores de inteligência e com apoio do sistema de monitoramento Paredão. O objetivo foi identificar e responsabilizar envolvidos em manifestações consideradas criminosas, além de reforçar o policiamento ostensivo e preventivo em áreas estratégicas.
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Na capital, as prisões foram realizadas por equipes dos Comandos de Policiamento Metropolitano (CPM) e Especializado (CPE). Todos os detidos foram encaminhados à Delegacia Geral, no bairro Dom Pedro. Já os adolescentes foram apresentados na Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (DEAAI).
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Parte dos presos foi autuada em flagrante. Outros casos foram convertidos em Inquérito Policial (IP) ou Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça e devem passar por audiência de custódia.
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