Kim Kataguiri pede mobilização nas ruas após menções a Toffoli em investigação da PF
Em manifestação pública, Kim afirmou que é necessário ampliar a pressão social diante das revelações da investigação.
- Foto: STF
Resumo
O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) convocou mobilização popular contra o ministro do STF, Dias Toffoli, após a Polícia Federal identificar menções ao magistrado em mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso do Banco Master. No Senado, parlamentares também defenderam pressão por medidas contra o ministro.
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Notícias do Brasil – O deputado Kim Kataguiri (União-SP) elevou o tom das críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ao convocar mobilização popular para pressionar pelo afastamento do magistrado. A declaração ocorre após a Polícia Federal encontrar referências ao nome de Toffoli em mensagens extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, no âmbito das investigações envolvendo o Banco Master.
Leia mais: Entenda pedido da PF ao STF para suspeição de Toffoli no caso do Banco Master
Convocação para atos públicos
Em manifestação pública, Kim afirmou que é necessário ampliar a pressão social diante das revelações da investigação.
“Os agentes da PF estão arriscando suas carreiras e suas vidas, agora cabe a gente mobilizar a população para pressionar o sistema. Nós precisamos voltar para as ruas e derrubar Dias Toffoli!”, declarou o parlamentar.
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A fala repercutiu no meio político e intensificou o debate sobre possíveis medidas no Congresso Nacional.
Reação no Senado
No Senado, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) também criticou o ministro após declarações em que Toffoli teria classificado a investigação como baseada em ilações.
“Ele acusa a Polícia Federal de fazer ilação. Então cabe a gente, deputados e senadores, encaminhar à PGR para manter a decisão da Polícia Federal. Inclusive a PF poderia divulgar quais são as citações que Vorcaro fez ao Dias Toffolli. Nós senadores precisamos pressionar o presidente do Senado para poder dar andamento no pedido de impeachment”, afirmou.
Pontos sob investigação
A Polícia Federal apura possíveis repasses feitos por empresa ligada ao resort Tayayá, empreendimento que contou com participação societária de familiares de Toffoli. As investigações também analisam conexões empresariais indiretas entre o ministro e Daniel Vorcaro, além das menções ao nome do magistrado nas mensagens obtidas pela corporação.
Esses elementos passaram a fundamentar pedidos de suspeição, afastamento da relatoria e abertura de processo de impeachment no Senado. A PF segue examinando a natureza das citações e eventuais vínculos financeiros identificados no material apreendido.
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