Sargento da reserva foi assassinado após briga por pagamento de serviço em Manaus, diz polícia
Investigação aponta desentendimento em relação de trabalho como motivação do crime.

Foto: Denivaldo Oliveira/AM POST
Resumo
A Polícia Civil do Amazonas apresentou os avanços nas investigações sobre o latrocínio que vitimou um sargento do Exército Brasileiro em Manaus. A apuração apontou que o crime ocorreu após um desentendimento relacionado à relação de trabalho entre a vítima e o suspeito. O acusado confessou o disparo, teve a prisão preventiva decretada e segue à disposição da Justiça.
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Notícias Policiais – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) apresentou, nesta quinta-feira (12), novos avanços nas investigações do latrocínio que resultou na morte de um sargento do Exército Brasileiro, ocorrido no dia 9, em Manaus. As informações foram repassadas pelo delegado Mário Luiz Monteiro, da Delegacia de Roubos, Furtos e Defraudações (DRFD).
Atuação integrada das delegacias
Segundo o delegado, desde o início houve uma atuação integrada entre a DRFD, a Delegacia Especializada em Homicídios e o 38º Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Itapiranga, com o objetivo de identificar e localizar o autor do crime. O trabalho conjunto foi fundamental para o avanço rápido das investigações.
Desentendimento antecedeu o crime
Conforme apurado, a vítima, que atualmente atuava na produção rural, mantinha uma relação de trabalho com o suspeito havia pouco mais de um mês. De acordo com a polícia, um desentendimento envolvendo a forma de pagamento e a entrega da produção teria motivado o crime. Durante a discussão, o suspeito tomou posse da arma de fogo da vítima e efetuou disparos.
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Fuga e apreensão de provas
Após o crime, o autor teria subtraído a arma utilizada e o caminhão da vítima. O delegado Aldinei Nogueira, de Itapiranga, informou que o suspeito se apresentou à delegacia na terça-feira (11), acompanhado do pai, mas apresentou uma versão considerada contraditória. Diligências levaram à localização da arma do crime, que estava enterrada, além de dois coletes balísticos pertencentes à vítima.
Prisão preventiva decretada
Durante o interrogatório, o suspeito confessou ter efetuado o disparo, embora alegasse legítima defesa. A Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi decretada após audiência de custódia. As investigações continuam para apurar possível participação de outras pessoas. O acusado permanece preso preventivamente.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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