Michelle Bolsonaro critica desfile que retratou Bolsonaro como palhaço em homenagem a Lula
A alegoria fez parte da apresentação que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval 2026.
- Foto: reprodução
Resumo
Michelle Bolsonaro criticou nas redes sociais a forma como o ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado em alegoria da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula durante desfile no Rio de Janeiro. A apresentação também gerou reações da oposição e debate sobre uso de recursos públicos no Carnaval.
Notícias do Brasil – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) se manifestou nas redes sociais, na noite deste domingo (15), após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser representado como um palhaço atrás das grades durante desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro.
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A alegoria fez parte da apresentação que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval 2026.
Alegoria gerou repercussão
Na encenação, Bolsonaro apareceu com tornozeleira eletrônica e caracterizado como palhaço em um carro alegórico. A imagem fez referência a episódios judiciais envolvendo o ex-presidente.
Em publicação no Instagram, Michelle reagiu à representação e escreveu: “Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”.
A declaração rapidamente repercutiu entre apoiadores e críticos nas redes sociais.
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Homenagem a Lula
Com o samba-enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a Acadêmicos de Niterói destacou a trajetória política do presidente, desde a infância até a chegada ao Palácio do Planalto.
O ator e humorista Paulo Vieira interpretou Lula na avenida. O presidente não desfilou, mas acompanhou a apresentação ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD).
Debate político e verba pública
A participação do presidente no evento já vinha gerando discussões antes mesmo do desfile. Parlamentares e lideranças da oposição criticaram a iniciativa, apontando possível promoção política antecipada.
Neste ano, o governo federal destinou R$ 12 milhões às escolas do grupo especial do Carnaval do Rio. A Acadêmicos de Niterói deve receber R$ 1 milhão pela participação.
O episódio reacendeu o debate sobre a presença de temas políticos no Carnaval e o uso de recursos públicos no financiamento das agremiações.
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