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Ex-ginasta Laís Souza conhece paciente que voltou a andar após tratamento experimental com polilaminina

Ex-ginasta afirma que tratamento experimental para lesão medular só pode ser solicitado por canais oficiais e com indicação médica.

Por Natan AMPOST

18/02/2026 às 15:02 - Atualizado em 15/05/2026 às 14:54

Resumo 


Ex-ginasta tetraplégica, Laís Souza conheceu paciente que voltou a andar após tratamento experimental com polilaminina, substância brasileira para lesões medulares.

Notícias do Brasil – A ex-ginasta Laís Souza, que ficou tetraplégica após um acidente durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, conheceu Bruno Drummond de Freitas, primeiro paciente submetido ao tratamento com polilaminina, substância experimental desenvolvida para lesões medulares.

O encontro foi divulgado pela própria ex-atleta em uma publicação nas redes sociais. Bruno é apontado como o primeiro ser humano a receber a aplicação da substância em uma lesão medular aguda e, após o tratamento, apresentou evolução progressiva até voltar a andar.

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Acidente provocou tetraplegia

Segundo o relato de Laís, Bruno sofreu um grave acidente de carro em abril de 2018, que resultou em fraturas na coluna vertebral nas regiões C6 e T8. Na altura de C6, a lesão medular foi classificada como completa, o que levou ao diagnóstico de tetraplegia.

Menos de 24 horas após o trauma, ele foi submetido a um procedimento cirúrgico e recebeu a aplicação da polilaminina. O tratamento experimental tinha como objetivo estimular a regeneração neural e recuperar funções motoras e sensitivas.

De acordo com o relato, o primeiro movimento voluntário ocorreu cerca de três semanas após o procedimento, quando Bruno conseguiu flexionar o dedão do pé.

Recuperação e independência

Com a evolução do tratamento, o paciente apresentou melhora progressiva ao longo do tempo. Atualmente, segundo a publicação, Bruno afirma ter alcançado o que considera o ápice da recuperação funcional.

Ele se tornou totalmente independente nas atividades diárias, mantendo apenas algumas sequelas residuais. O caso é considerado um dos mais emblemáticos entre os pacientes que receberam a polilaminina.

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Leia também: Cientista brasileira desenvolve proteína que faz pessoas tetraplégicas voltarem a andar e pode ganhar o Nobel de Medicina

Ciência brasileira em destaque

Na publicação, Laís destacou a importância dos resultados obtidos com a substância. Segundo ela, o caso de Bruno e de outros pacientes coloca a ciência brasileira no centro das discussões internacionais sobre regeneração da medula espinhal.

O tratamento com polilaminina ainda está em fase experimental e segue em estudos clínicos, mas os resultados preliminares têm chamado a atenção de especialistas.

Cientista brasileira desenvolveu a proteína

A descoberta foi liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está abrindo uma nova perspectiva para o tratamento de lesões graves na medula espinhal. A cientista desenvolveu a polilaminina, uma proteína experimental capaz de estimular a reconexão de neurônios danificados, o que já possibilitou a recuperação parcial de movimentos em pacientes paraplégicos e tetraplégicos.

Laís também divulgou nas redes sociais o encontro com Tatiana. “Me levou para conhecer o laboratório que estuda a polilaminina há mais de 25 anos. Eu ainda estou dentro desse dia, processando cada detalhe da nossa conversa.  Temos muitas Tatianas pelo Brasil. Cuidem bem dos nossos diamantes”, escreveu a ex-ginasta.

 

 

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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