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Ex-ginasta tetraplégica Laís Souza alerta para golpes envolvendo polilaminina e reforça que substância não está à venda

Ex-ginasta afirma que tratamento experimental para lesão medular só pode ser solicitado por canais oficiais e com indicação médica.

Por Natan AMPOST

18/02/2026 às 15:18 - Atualizado em 15/05/2026 às 14:54

Resumo 


Laís Souza alerta para golpes envolvendo a polilaminina, tratamento experimental para lesão medular. Substância não está à venda e aplicação segue critérios médicos rigorosos.

Notícias do Brasil – A ex-ginasta Laís Souza usou as redes sociais para denunciar tentativas de golpe envolvendo a polilaminina, substância experimental estudada para tratamento de lesões medulares graves. Segundo ela, pessoas estariam se aproveitando da repercussão dos resultados iniciais para enganar pacientes e familiares.

“Atenção, muitas pessoas estão se aproveitando para aplicar golpes. A polilaminina não está sendo comercializada”, escreveu.

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O aviso ocorre em meio ao aumento da procura por informações sobre a terapia, após relatos de pacientes que apresentaram melhora funcional com a aplicação da substância.

O alerta foi feito em post sobre encontro com a professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  responsável pela proteína.

Leia também: Cientista brasileira desenvolve proteína que faz pessoas tetraplégicas voltarem a andar e pode ganhar o Nobel de Medicina

“Tatiana  me levou para conhecer o laboratório que estuda a polilaminina há mais de 25 anos. Eu ainda estou dentro desse dia, processando cada detalhe da nossa conversa.  Temos muitas Tatianas pelo Brasil. Cuidem bem dos nossos diamantes”, escreveu a ex-ginasta.

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Tratamento não está disponível para venda

De acordo com Laís, a polilaminina não pode ser comprada, vendida ou negociada. O tratamento ainda está em fase experimental e segue protocolos científicos e regulatórios específicos.

Ela orientou que qualquer informação deve ser buscada exclusivamente nos canais oficiais, como o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório Cristália e a equipe médica responsável pela pesquisa.

A recomendação é que pacientes e familiares desconsiderem ofertas feitas por terceiros, especialmente em redes sociais ou aplicativos de mensagens.

Critérios para receber a substância

Laís também detalhou os critérios atuais para elegibilidade ao tratamento. Segundo ela, apenas pacientes com lesão medular completa podem ser considerados para a aplicação da polilaminina.

Outro ponto destacado é o tempo desde o trauma. O ideal é que a aplicação ocorra o mais rápido possível, preferencialmente dentro das primeiras 72 horas após a lesão.

No entanto, há autorização para uso compassivo em casos com até 90 dias de lesão medular, desde que cumpridos os requisitos médicos.

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Exigência de prescrição médica

A solicitação do tratamento deve obrigatoriamente ser acompanhada de prescrição e relatório emitidos pelo médico assistente do paciente. O procedimento não pode ser iniciado sem avaliação clínica formal.

Leia mais: Ex-ginasta Laís Souza conhece paciente que voltou a andar após tratamento experimental com polilaminina

O alerta busca evitar que famílias em situação de vulnerabilidade sejam vítimas de fraudes, especialmente diante da esperança gerada por resultados preliminares da pesquisa.

Até o momento, a polilaminina segue em estudo clínico, com aplicações realizadas dentro de critérios definidos por protocolos científicos e autorização dos órgãos reguladores.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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