Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro comentam rebaixamento de escola que homenageou Lula: “Quem ataca a família não merece aplauso”
Parlamentares da oposição criticaram desfile que homenageou o presidente da República.

Foto: Reprodução
Resumo
O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro gerou forte repercussão política fora da avenida. Parlamentares da oposição associaram o resultado ao governo federal e criticaram o conteúdo do desfile que homenageou o presidente Lula. A escola respondeu às críticas explicando o significado das alegorias apresentadas, enquanto o debate entre política e carnaval segue em evidência.
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Notícias do Brasil – O deputado federal Nikolas Ferreira e o o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidência da República, reagiram, nesta quarta-feira (18), ao rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT), para a Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro.
Em publicação nas redes sociais, Nikolas associou o resultado da escola ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que a queda “demonstra como Lula está afundando o Brasil”.
Desfile homenageou Lula na estreia da escola
A Acadêmicos de Niterói desfilou no Grupo Especial com o samba-enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que abordou a trajetória do atual presidente da República. Em seu primeiro ano na elite do carnaval carioca, a agremiação terminou na última colocação, resultado que determinou o retorno da escola à Série Ouro em 2027.
Outros políticos comentam o resultado
Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidência da República, também se manifestou sobre o rebaixamento. O parlamentar comemorou o resultado e criticou o conteúdo apresentado no desfile. Em uma das publicações, escreveu que “quem ataca a família não merece aplauso”. Em outra, afirmou que “Lula é sempre uma ideia ruim, seja para governar o país, seja para um samba-enredo”.
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Críticas à alegoria e resposta da escola
A escola foi alvo de críticas de setores da oposição por uma alegoria que retratava personagens identificados como “neoconservadores” dentro de latas. Em nota, a Acadêmicos de Niterói explicou que a representação fazia referência a grupos contrários às pautas defendidas pelo presidente, como privatizações e o fim da escala de trabalho 6×1.
Segundo a agremiação, as fantasias simbolizavam uma crítica ao discurso da chamada “família tradicional” e incluíam referências a setores do agronegócio, defensores da ditadura militar e grupos religiosos evangélicos. A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro ainda não se pronunciou sobre as manifestações políticas envolvendo o desfile.
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