Sucessão em Manaus entra na agenda decisiva do Papa Leão XIV
Papa Leão XIV deve nomear novos arcebispos em quatro das principais sedes católicas do país.

Resumo
A definição do novo arcebispo de Manaus deve integrar um conjunto de decisões estratégicas do Papa Leão XIV em 2026, que envolvem também as arquidioceses de São Paulo, Rio de Janeiro e Aparecida. O processo ocorre após a renúncia apresentada por cardeais que atingiram a idade limite e reforça a importância da Amazônia nos rumos da Igreja Católica.
PUBLICIDADE
A sucessão na Arquidiocese de Manaus está entre as decisões de maior impacto previstas para 2026 pelo Papa Leão XIV. O pontífice deve definir, praticamente no mesmo período, os novos arcebispos de quatro das mais importantes sedes católicas do Brasil: Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro e Aparecida.
Em novembro de 2025, o atual arcebispo de Manaus, o cardeal Leonardo Ulrich Steiner, completou 75 anos e apresentou sua renúncia, conforme determina o Código de Direito Canônico. No entanto, o papa solicitou que ele permanecesse temporariamente no cargo, adiando a nomeação do sucessor.
Leia também: Pernas de homem esquartejado são encontradas em áreas diferentes de Manaus
PUBLICIDADE
Amazônia tem peso estratégico para a Igreja
A escolha do futuro arcebispo da capital amazonense é considerada estratégica dentro da Igreja Católica, especialmente pelo protagonismo da Amazônia em debates relacionados a questões socioambientais, povos indígenas e ação missionária. A região tem relevância crescente no cenário internacional e influencia diretamente o posicionamento da Igreja em temas globais.
Situação semelhante ocorre em outras arquidioceses de destaque. Em São Paulo, a arquidiocese é conduzida pelo cardeal Odilo Pedro Scherer; no Rio de Janeiro, pelo cardeal Orani João Tempesta; e, em Aparecida, por Orlando Brandes.
Renúncia, permanência e continuidade
Segundo o Código de Direito Canônico, cabe ao papa decidir se aceita imediatamente a renúncia dos arcebispos ao completarem 75 anos. No caso de Manaus, Papa Leão XIV solicitou que Steiner permanecesse por mais dois anos à frente da arquidiocese, conforme comunicado oficial assinado pelo núncio apostólico no Brasil, dom Giambattista Diquattro.
Steiner lidera a Igreja local desde 2019, quando foi nomeado pelo Papa Francisco, e tornou-se cardeal em 2022, sendo o primeiro da Amazônia, em um gesto simbólico após o Sínodo para a região.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





