Operação desmonta garimpo ilegal em área protegida no sudeste do Pará
A ação ocorreu na sexta-feira (20) e teve como foco a extração clandestina de ouro dentro da Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado.
- Foto: ICMBIO
Resumo
Uma operação conjunta do ICMBio e forças de segurança desarticulou garimpos ilegais na APA do Igarapé Gelado, em Parauapebas (PA). Duas pessoas foram presas, um adolescente foi encaminhado ao Conselho Tutelar e o prejuízo aos criminosos é estimado em R$ 250 mil.
Notícias de Política – Uma operação coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com apoio da Polícia Militar do Pará e da Guarda Florestal, desarticulou frentes de garimpo ilegal na zona rural de Parauapebas, no sudeste do Pará.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Leia mais: Homem é condenado a mais de 6 anos de prisão por maus-tratos a cachorro em Nhamundá
A ação ocorreu na sexta-feira (20) e teve como foco a extração clandestina de ouro dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Igarapé Gelado.
Prisões e encaminhamento de adolescente
Durante a operação, duas pessoas foram presas em flagrante. Um adolescente encontrado no local foi encaminhado ao Conselho Tutelar para as providências cabíveis.
As equipes também localizaram acampamentos improvisados utilizados pelos garimpeiros.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Maquinário e estrutura ilegal
No terreno, os agentes apreenderam diversos equipamentos usados na atividade clandestina, entre eles:
motores estacionários;
bombas de sucção;
geradores de energia;
grande quantidade de óleo diesel;
veículos utilizados no garimpo.
Parte do maquinário foi destruída para impedir a retomada imediata das operações ilegais.
Impactos ambientais preocupam
Imagens aéreas registradas durante a ação mostram crateras abertas, áreas alagadas e a água do Rio Azul — afluente da bacia do Rio Itacaiúnas — com forte turbidez devido ao excesso de sedimentos.
Segundo o ICMBio, o garimpo ilegal na APA do Igarapé Gelado tem provocado:
assoreamento de cursos d’água;
abertura irregular de vias na floresta;
degradação ambiental considerada grave.
Prejuízo e novas investigações
O balanço preliminar aponta prejuízo de aproximadamente R$ 250 mil às atividades ilegais. O órgão ambiental informou que as fiscalizações continuarão na região.
Além disso, investigações seguem em andamento para identificar financiadores e demais responsáveis pelo garimpo clandestino dentro da unidade de conservação federal.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






