Leo Lins é absolvido após ser condenado a 8 anos de prisão
Decisão foi tomada por dois votos a um e ainda cabe recurso do Ministério Público.

Foto: Reprodução
Resumo
A Justiça Federal reformou a sentença que condenava o humorista Leo Lins a mais de oito anos de prisão em regime fechado. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal, por maioria de votos, e resultou na absolvição do artista. A defesa comemorou o resultado, enquanto o Ministério Público ainda pode recorrer.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Notícias do Brasil – A Justiça Federal decidiu, nesta segunda-feira (23/2), reformar a sentença que havia condenado o humorista Leo Lins a oito anos e três meses de prisão em regime fechado. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal, por dois votos a um, resultando na absolvição do artista.
Decisão foi confirmada pela defesa
A informação foi divulgada publicamente pelo apresentador Danilo Gentili, que celebrou o resultado nas redes sociais, e confirmada pela defesa do humorista ao portal Metrópoles. Segundo os advogados, a decisão representa um “grande resultado da comédia nacional”.
Possibilidade de novo recurso
De acordo com a defesa, agora será aguardado o prazo legal para saber se o Ministério Público irá recorrer da decisão. Os advogados afirmam que ainda cabe recurso, porém de forma mais restrita, limitado à discussão de questões de direito relacionadas ao julgamento. A expectativa, segundo a defesa, é de que a absolvição seja confirmada de forma definitiva.
Condenação ocorreu em primeira instância
Em 2025, Leo Lins havia sido condenado em primeira instância pela Justiça de São Paulo por piadas consideradas preconceituosas no especial “Perturbador”, publicado em 2022 no YouTube. Além da pena em regime fechado, foi fixada multa superior a R$ 1,4 milhão por danos morais coletivos.
Recurso analisado pelo TRF
O Ministério Público Federal apresentou recurso em setembro daquele ano, questionando a dosimetria da pena. O pedido foi analisado pelo Tribunal Regional Federal, que decidiu favoravelmente à absolvição. O órgão ainda pode apresentar novo recurso contra a decisão.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





