Resgate com helicóptero salva vida de criança picada por cobra jararaca no Amazonas
Resgate aeromédico reduz viagem de sete horas para apenas 20 minutos e garante atendimento urgente.

(Foto: divulgação)
Resumo
Helicóptero da SSP-AM resgata criança de 11 anos picada por jararaca em comunidade rural a 80 km de Manaus; transporte aéreo reduziu trajeto de sete horas para 20 minutos.
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Notícias do Amazonas – Uma criança de 11 anos foi resgatada em estado de urgência após ser picada por uma cobra da espécie jararaca na comunidade Lindo Amanhecer, localizada a cerca de 80 quilômetros de Manaus. A operação foi realizada na tarde desta terça-feira (03) pelo Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Amazonas. Este é o terceiro atendimento aeromédico realizado pela unidade somente neste mês de março.
De acordo com o comandante da aeronave, coronel Tupinambá, a equipe foi acionada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e embarcou imediatamente uma médica e uma enfermeira para prestar assistência ainda na comunidade. O voo até o local durou aproximadamente 20 minutos. Se o deslocamento fosse feito por embarcação, o trajeto poderia levar até sete horas, segundo relatos dos próprios moradores.
A médica do Samu, Larissa Câmara, informou que o primeiro atendimento ocorreu ainda na área rural. A criança apresentava dor intensa e estava bastante abalada, mas permaneceu estável após receber medicação e acesso venoso para estabilização clínica.
Atendimento especializado e resposta rápida
Após o resgate, a vítima foi encaminhada para a Fundação de Medicina Tropical, unidade referência no tratamento de acidentes com animais peçonhentos no Amazonas. A rapidez no transporte é considerada decisiva em casos de envenenamento por jararaca, já que a administração do soro em tempo oportuno reduz riscos de complicações graves.
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Além deste caso, o Dioa já atuou em março no resgate de uma criança ferida por ouriço de castanha e no atendimento a um idoso indígena com complicações cardíacas. A atuação aérea tem sido estratégica para garantir assistência médica em comunidades ribeirinhas e regiões de difícil acesso no estado.
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