Justiça decreta prisão preventiva de motorista que atropelou paratleta em corrida de rua em Manaus
Acidente ocorreu durante evento esportivo no Dia Internacional da Mulher e deixou a atleta com fraturas.

FOTO: Reprodução
Resumo:
A Justiça do Amazonas decretou a prisão preventiva do motorista suspeito de atropelar a paratleta Marleide Sales durante uma corrida de rua em Manaus no Dia Internacional da Mulher.
Notícias do Amazonas – A Justiça do Amazonas determinou a prisão preventiva do motorista suspeito de atropelar a paratleta Marleide Sales da Silva, de 52 anos, durante uma corrida de rua realizada em Manaus.
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A decisão foi tomada após audiência de custódia realizada no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Segundo o tribunal, após a análise do caso e cumprimento das formalidades legais, foi determinada a manutenção da prisão com base no Código de Processo Penal.
Leia também: Vídeo mostra momento em que paratleta é atropelada durante corrida de rua em Manaus
Atropelamento ocorreu durante corrida no Dia da Mulher
O acidente aconteceu no domingo (8), durante uma corrida de rua em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
A paratleta foi atingida no cruzamento das avenidas João Valério e Maceió, no bairro Adrianópolis, zona centro-sul da capital.
De acordo com relatos, o veículo invadiu o percurso da competição mesmo com a presença de agentes de trânsito e sinalização no local, atingindo a atleta que participava do evento.
Vítima sofreu fraturas e danos na cadeira de competição
Em entrevista à imprensa, Marleide relatou que foi atingida por trás enquanto participava da prova.
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Ela perdeu a consciência após o impacto e só retomou os sentidos já dentro da ambulância que realizava o atendimento de emergência.
A atleta sofreu fraturas nas duas clavículas, além de ferimentos pelo corpo. A cadeira utilizada na competição também ficou totalmente danificada.
Marleide foi levada ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, onde recebeu atendimento médico e posteriormente recebeu alta.
Recuperação será difícil, diz atleta
A paratleta explicou que, por utilizar os braços para praticamente todas as atividades do dia a dia, as fraturas nas clavículas devem dificultar sua rotina durante o período de recuperação.
Segundo ela, tarefas simples, como se alimentar ou se locomover sozinha, deverão depender da ajuda de outras pessoas enquanto se recupera.
Defesa do motorista não se manifestou
No dia do acidente, a defesa do motorista esteve na delegacia acompanhando o caso. No entanto, após ser procurada pela imprensa, não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
A vítima afirmou esperar que o caso seja devidamente apurado e que o episódio sirva de alerta para evitar novas situações semelhantes.
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