Governo Lula tenta impedir que EUA classifiquem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas
O governo brasileiro é contrário à proposta. Integrantes do Executivo avaliam que a mudança poderia abrir espaço para interferências dos EUA.
- Foto Reprodução / X
Resumo
O ministro das Relações Exteriores do Brasil conversou com o secretário de Estado dos Estados Unidos sobre a possibilidade de facções criminosas brasileiras serem classificadas como organizações terroristas. O governo brasileiro tenta evitar a medida enquanto também negocia detalhes de uma possível visita presidencial a Washington.
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Notícias do Brasil – O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, conversou por telefone no domingo (8) com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em meio às discussões sobre a possível classificação de facções brasileiras como organizações terroristas.
Durante o contato, o chanceler brasileiro buscou convencer o governo norte-americano a não incluir grupos criminosos do país, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), na lista de organizações terroristas estrangeiras.
Possível visita de Lula aos Estados Unidos
Além da discussão sobre segurança, os chanceleres também trataram da possível visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington, nos Estados Unidos.
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A expectativa inicial era de que o encontro ocorresse ainda em março. No entanto, a agenda internacional pode levar ao adiamento da viagem para abril, diante do cenário geopolítico e de conflitos em andamento no Oriente Médio.
Preocupações do governo brasileiro
A proposta de classificar facções do narcotráfico como organizações terroristas já foi discutida anteriormente no Congresso brasileiro e voltou ao centro do debate com a possibilidade de o governo norte-americano oficializar a medida.
O governo brasileiro é contrário à proposta. Integrantes do Executivo avaliam que a mudança poderia abrir espaço para interferências externas sob o argumento de combate ao crime organizado, além de provocar impactos econômicos, como receio de investidores e possíveis reflexos no turismo.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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