Professor é preso por estuprar alunos entre 9 e 11 anos no interior do Amazonas
Investigação aponta que vítimas têm entre 9 e 11 anos; Ministério Público pediu depoimento especial para proteger as crianças.
- Foto: ChatGpt
Resumo:
O Ministério Público do Amazonas denunciou um professor em Tapauá por estupro de vulnerável contra alunos entre 9 e 11 anos. O caso está sendo acompanhado pela rede de proteção à criança e ao adolescente.
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Notícias do Amazonas – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) apresentou denúncia contra um professor acusado de estupro de vulnerável e outros crimes contra estudantes no município de Tapauá, no interior do estado.
Segundo as investigações, as vítimas são crianças entre 9 e 11 anos. O suspeito, que já está preso, teria se aproveitado da posição de confiança dentro da comunidade escolar para cometer os crimes.
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Investigação aponta atos contra alunos
De acordo com os elementos reunidos durante o inquérito policial, o professor teria praticado atos libidinosos contra estudantes, além de expor as crianças a situações que colocariam em risco a integridade física e psicológica delas.
A investigação também aponta que ele utilizava supostos métodos de correção disciplinar, que teriam contribuído para agravar as situações denunciadas.
Caso chegou à rede de proteção
As primeiras informações sobre o caso chegaram às autoridades por meio da rede municipal de proteção à criança e ao adolescente, através do Projeto Gabriela.
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Após a comunicação do caso, o Ministério Público solicitou à Polícia Civil a abertura de um inquérito para apurar os fatos.
Depoimento especial das vítimas
Para evitar que as crianças passem por novas situações traumáticas, o MPAM solicitou à Justiça a realização de depoimento especial, com produção antecipada de provas.
O procedimento segue as diretrizes da Lei nº 13.431/2017, que estabelece mecanismos de escuta protegida para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.
A Promotoria também pediu que a audiência seja realizada com urgência, em ambiente adequado e com acompanhamento de equipe técnica especializada.
Reparação por danos
O Ministério Público também solicitou que, em caso de condenação, seja fixado um valor mínimo de indenização para reparar os danos morais e psicológicos causados às vítimas.
Promotoria destaca importância da rede de proteção
A promotora de Justiça Maria Cynara Rodrigues Cavalcante, responsável pelo caso, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições.
Segundo ela, a cooperação entre órgãos públicos foi fundamental para identificar o caso, garantir proteção às vítimas e impedir que novas situações de violência ocorressem.
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