Polícia identifica autores de incêndio que destruiu casas de praia ligadas a Rueda
O crime ocorreu em março de 2024, no condomínio da Praia de Toquinho, área litorânea próxima a Porto de Galinhas.
- Foto: reprodução
Resumo
A Polícia Civil de Pernambuco concluiu o inquérito sobre o incêndio que atingiu duas casas de praia da família do presidente nacional do União Brasil, em 2024. Quatro pessoas foram indiciadas por participação no crime, incluindo duas diaristas e dois seguranças. A investigação aponta que a ação foi planejada e executada de forma coordenada, mas ainda busca identificar o possível mandante.
Notícias do Brasil – A Polícia Civil de Pernambuco concluiu o inquérito que investigava o incêndio que destruiu parcialmente duas casas de veraneio pertencentes ao presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, e à irmã dele, Emília Rueda.
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O crime ocorreu em março de 2024, no condomínio da Praia de Toquinho, área litorânea próxima a Porto de Galinhas.
Após cerca de dois anos de investigação, a polícia indiciou quatro pessoas por participação direta no incêndio. Os investigadores também trabalham com a hipótese de que o crime tenha sido encomendado por um mandante, que ainda não foi identificado.
Grupo com vínculos familiares foi indiciado
Foram indiciados duas diaristas e dois seguranças que possuíam algum tipo de relação familiar ou profissional entre si.
Entre os acusados estão:
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Maria das Dores dos Santos Maciel, diarista que trabalhava em uma casa localizada a cerca de 50 metros das residências atingidas.
Maria Valéria dos Santos, funcionária responsável por serviços domésticos na casa de Emília Rueda e que tinha acesso às chaves do imóvel.
José Pereira Gomes, segurança e marido de Maria das Dores, apontado como coordenador da ação.
Aluísio Ângelo da Silva, colega de trabalho de José Pereira.
Todos foram indiciados pelos crimes de incêndio criminoso qualificado e associação criminosa, segundo a investigação conduzida pelo delegado Ney Luiz Rodrigues.
Perícia apontou ação coordenada
Os peritos constataram que os incêndios ocorreram praticamente ao mesmo tempo nas duas residências, além de terem sido iniciados em vários pontos diferentes dentro dos imóveis.
Esses elementos indicam que houve planejamento e participação de mais de uma pessoa na execução do crime.
Outro fator que chamou a atenção dos investigadores foi o fato de uma das casas não apresentar sinais de arrombamento, o que sugeria que alguém com acesso ao imóvel poderia ter facilitado a entrada.
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Dados telefônicos ajudaram a esclarecer o caso
A análise de registros telefônicos foi decisiva para identificar os suspeitos.
O telefone funcional utilizado por seguranças da empresa onde José Pereira trabalhava deveria permanecer dentro do condomínio da usina. No entanto, o rastreamento mostrou que o aparelho estava na região do condomínio onde ocorreu o incêndio no momento do crime.
Durante o período das chamas, foram registradas diversas ligações feitas por José Pereira para sua esposa, Maria das Dores. Parte do histórico de chamadas do aparelho também havia sido apagada.
Outro elemento apontado pela investigação foi um pagamento via Pix realizado em um posto de combustíveis na mesma data do crime, o que pode indicar a compra de material inflamável utilizado no incêndio.
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Contradições em depoimentos levantaram suspeitas
Os investigadores também identificaram inconsistências nos depoimentos prestados por alguns dos envolvidos.
Inicialmente, Maria das Dores afirmou que só soube do incêndio dois dias depois pela televisão. No entanto, registros telefônicos indicaram que ela manteve contato com o marido no momento em que o fogo começou.
Além disso, a perícia confirmou que a casa de Emília Rueda não apresentava sinais de arrombamento, o que reforça a suspeita de que alguém com acesso ao imóvel tenha facilitado a entrada dos executores.
Apesar da identificação dos executores, a polícia ainda não conseguiu esclarecer quem teria ordenado o ataque nem qual teria sido a motivação do incêndio.
Segundo Antônio Rueda, a expectativa é que as investigações avancem para identificar o possível mandante do crime.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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