Justiça concede liberdade a empresário alvo de operação que investiga esquema de agiotagem e fraude em consórcio em Manaus
Decisão judicial impôs medidas cautelares, incluindo monitoramento eletrônico.
- Foto: Divulgação
Resumo
O empresário Gabriel Azevedo da Fonseca, preso durante a operação Negócio Turvo no Amazonas, teve liberdade concedida pela Justiça. Ele é investigado por participação em esquema que teria movimentado cerca de R$ 70 milhões em crimes como lavagem de dinheiro e estelionato.
Notícias policiais – O empresário Gabriel Azevedo da Fonseca teve a liberdade concedida pela Justiça após ser alvo da operação Negócio Turvo, realizada pela Polícia Civil do Amazonas no dia 24 de fevereiro.
A ação policial ocorreu simultaneamente em Manaus e no Rio de Janeiro e resultou na prisão de oito pessoas suspeitas de participação em um esquema de crimes financeiros.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
De acordo com as investigações, o grupo seria responsável por um esquema que teria movimentado aproximadamente R$ 70 milhões de forma ilícita, envolvendo práticas como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos.
Leia mais: Saiba quem é o dono da locadora de carros alvo de operação contra lavagem de dinheiro em Manaus
Decisão judicial impôs medidas cautelares
A soltura do empresário foi determinada por decisão da desembargadora Luiza Cristina Nascimento, que autorizou a expedição do alvará de soltura.
Embora tenha sido colocado em liberdade, Gabriel Azevedo deverá cumprir uma série de medidas cautelares estabelecidas pela Justiça.
Entre as determinações está o uso de monitoramento eletrônico cautelar, mecanismo utilizado para acompanhar a movimentação do investigado durante o andamento do processo.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
A decisão também estabelece que o descumprimento das medidas impostas poderá resultar na revogação da liberdade provisória e na decretação de prisão preventiva, conforme prevê o Código de Processo Penal.
Investigação aponta esquema financeiro estruturado
As investigações sobre o caso foram iniciadas pelo 25º Distrito Integrado de Polícia (DIP), unidade responsável pela apuração do suposto esquema.
Segundo a polícia, o grupo investigado utilizaria empresas de fachada e operações no comércio de automóveis para ocultar recursos obtidos de forma ilegal.
A estratégia envolveria a utilização de concessionárias e transações comerciais como forma de disfarçar a origem de valores provenientes de empréstimos irregulares e outras fraudes financeiras.
Empresa do investigado é citada no caso
De acordo com as investigações, Gabriel Azevedo da Fonseca é proprietário da concessionária G.A Veículos, empresa que aparece citada nas apurações sobre o suposto esquema financeiro.
A operação policial buscou reunir provas relacionadas à movimentação de valores e à possível participação de empresas utilizadas para disfarçar a origem dos recursos.
Durante a operação Negócio Turvo, agentes cumpriram mandados judiciais e realizaram diligências para aprofundar as investigações sobre a atuação da organização criminosa.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos








