Veja vídeo que teria sido adulterado por médica investigada pela morte do menino Benício em Manaus
Gravação foi apresentada como prova de falha no sistema, mas investigação aponta possível manipulação para induzir a Justiça ao erro.
- Foto; reprodução
Resumo
Polícia afirma que vídeo apresentado por médica investigada no caso Benício foi adulterado; material havia sido usado para culpar sistema hospitalar.
Notícias policiais – O delegado Marcelo Martins confirmou nesta segunda-feira (23) que o vídeo apresentado pela médica Juliana Brasil, investigada pela morte do menino Benício Xavier, em Manaus, foi adulterado. Segundo a Polícia Civil, o material teria sido usado para tentar atribuir a responsabilidade ao sistema do Hospital Santa Júlia.
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Vídeo foi usado como prova pela defesa
A gravação ganhou repercussão em dezembro, quando foi apresentada pelos advogados da médica para sustentar a tese de falha no sistema de prescrição hospitalar. As imagens mostram o processo do sistema da unidade hospitalar.
Na ocasião, a defesa alegou que o sistema teria alterado automaticamente a via de administração do medicamento, sem intervenção da profissional.
Polícia aponta possível fraude
Durante entrevista, o delegado detalhou os indícios encontrados na investigação.
“Durante a extração do celular da médica Juliana Brasil, que foi feito com autorização da justiça, nós tivemos acesso a mensagens que indicavam que a médica comprou aquele vídeo que ela apresentou ao TJAM e a imprensa para alegar que o erro teria sido do sistema e não dela”, afirmou.
A declaração reforça a suspeita de que o conteúdo tenha sido produzido de forma artificial.
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Caso pode envolver fraude processual
Com base nos elementos coletados, a Polícia Civil avalia incluir o crime de fraude processual no inquérito.
A suspeita é de que o vídeo tenha sido manipulado com o objetivo de influenciar a decisão judicial e afastar a responsabilidade pelo erro.
Entenda o caso Benício
O menino Benício Xavier morreu no dia 23 de novembro, após receber adrenalina por via intravenosa durante atendimento no Hospital Santa Júlia.
Segundo a investigação, a via e a dosagem aplicadas não eram indicadas para o quadro clínico da criança, o que provocou múltiplas paradas cardíacas.
Investigação segue em andamento
O caso é conduzido pela Polícia Civil do Amazonas e acompanhado pelo Ministério Público do Estado.
A conclusão do inquérito depende de laudos periciais, como o exame de necropsia, que devem esclarecer detalhes sobre a morte.
A defesa da médica ainda não se pronunciou sobre o caso. Segue aberto espaço para manifestação.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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