Deputado critica decisão da Corte
Em publicação nas redes sociais, Nikolas Ferreira elogiou os ministros que votaram pela continuidade das investigações e criticou o entendimento majoritário do STF.
“Parabéns André Mendonça e Fux pelo voto a favor da prorrogação da CPMI do INSS, que estava expondo ao povo brasileiro os criminosos envolvidos e dando um respiro de esperança contra a impunidade”, afirmou.
Na sequência, o parlamentar reforçou o tom crítico.
“Infelizmente, os demais ministros votaram contra e encerraram a CPMI. Vergonhoso”, declarou.
STF decidiu por ampla maioria
A decisão foi tomada durante julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal, que analisou a liminar concedida pelo ministro André Mendonça.
O magistrado havia autorizado a prorrogação da comissão, mas o entendimento foi derrubado pela maioria.
Votaram contra a extensão os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
A favor da prorrogação votaram apenas Mendonça e Luiz Fux.
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Defesa da continuidade das investigações
O voto de André Mendonça, citado por Nikolas, defendeu a ampliação do prazo da CPMI por mais 60 dias.
Segundo o ministro, a comissão tratava de um caso grave envolvendo possíveis prejuízos bilionários a beneficiários do INSS.
“Um caso que envolve roubo de bilhões de reais dos mais vulneráveis da nossa sociedade não vai ter resposta”, afirmou.
CPMI investigava fraudes no INSS
A CPMI do INSS foi criada para investigar descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
Com o fim da comissão, as investigações no âmbito do Congresso são encerradas, o que gerou críticas de parlamentares que defendiam a continuidade dos trabalhos.
Repercussão política segue após decisão
A manifestação de Nikolas Ferreira reforça o clima de tensão entre parte do Congresso e o Judiciário.
Enquanto a maioria do STF entendeu pelo encerramento da comissão, parlamentares criticam a decisão e apontam prejuízo às investigações.
O caso deve continuar repercutindo no cenário político, especialmente entre setores que defendem maior autonomia do Legislativo.